5 de Fevereiro: Dia do Dermatologista

A busca por profissionais especializados é uma tendência crescente no mercado veterinário. Dentre essas especializações, uma das que mais obtém destaque é a dermatologia. Com a disseminação do conceito de posse responsável, os tutores modernos procuram cada vez mais por médicos veterinários, principalmente ao notarem algo fora do comum em seu pet.

Na maioria das vezes, sinais na pele são a primeira anormalidade a ser notada pelos proprietários, indicando uma alteração dermatológica.

Por decorrência destes fatores, a dermatologia é uma das áreas que mais vem obtendo destaque dentro da medicina veterinária.

O surgimento da dermatologia veterinária

A dermatologia veterinária deu seus primeiros passos ainda no século XIX, na Áustria, local onde as primeiras publicações foram registradas. No Brasil, a USP foi a pioneira no setor da dermatologia, já oferecendo atendimento clínico-dermatológico há cerca de 2 décadas, sob coordenação inicial do Prof. Dr. Carlos Eduardo Larsson.

Em março de 2000 foi fundada a Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária, congregando os dermatologistas veterinários de todo o país, visando o aprimoramento técnico e científico da especialização e seus associados.

Problemas dermatológicos

Muitas doenças de pele estão relacionadas a alergias e ectoparasitas (parasitas externos), que são os principais causadores de problemas dermatológicos. “Elas são normalmente causadas por falta de hidratação, limpeza adequada e sensibilidade da pele que fazem com que bactérias, fungos e ácaros se proliferem na pele e pelo causando coceira, lesões e queda dos pelos. Além disso, alguns animais possuem atopia, uma alergia sem causa específica que pode ser de alimentos, shampoo, produtos de limpeza, pó e até pólen das flores”, explica Natália Gouvêa, veterinária da clínica Soft Dogs e Cats.

Algumas raças de cães podem ter maior predisposição a desenvolverem problemas dermatológicos, especialmente os que possuem pelagem longa. Juliana Trigo, analista técnica Pet da Ourofino, empresa integrante da COMAC, alerta que para estes cães, a escovação diária é algo fundamental para a prevenção destas doenças. Alimentos de boa qualidade, banhos frequentes e utilização de um shampoo de hidratação também são fatores importantes quando se trata de prevenção.

A maioria das doenças dermatológicas não apresentam risco de óbito ao paciente, a não ser nos casos de câncer de pele. Entretanto, tentativas terapêuticas mal sucedidas podem agravar o quadro inicial e, ainda, mascarar a real causa primária, dificultando e retardando o processo de resolução da doença, afirma a Dra. Cibele Nahaz Mazzei, dermatologista veterinária.

Mercado de trabalho

De acordo com um levantamento realizado pela COMAC e SIDAN, cerca de 32% da ida de cães ao médico veterinário são por motivos de doenças dermatológicas. Considerando essa porcentagem, podemos concluir que este setor é uma área em ascensão no mercado de trabalho.

A dermatologia veterinária é uma área abrangente e com muitas possibilidades, sendo uma opção interessante para veterinários que estão prestes a ingressar no mercado de trabalho e buscam por uma especialização.

Se interessou pelo assunto? Então clique aqui para acessar o site da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária e fique por dentro das últimas atualizações dessa especialidade em expansão na medicina veterinária.

Fontes: DermatopetCanal do PetCOMACSINDAN, SBDV Dra. Cibele Nahaz Mazzei

Carreira veterinária: o maior desafio é você

Muitos são os desafios enfrentados diariamente e na carreira veterinária não é diferente. O desafio começa muito antes da graduação. Ao se deparar com a escolha do curso que vai definir as bases da vida profissional – pelo menos no início – é preciso colocar na balança todos os prós e contras. A partir daí começa a primeira mudança: o frio na barriga é inevitável, mas a ansiedade de se aventurar no desconhecido vence o medo inicial e dá entrada para uma das experiências mais inesquecíveis do começo da sonhada profissão.

De acordo com o dicionário Priberam online, ‘‘mudar’’ significa fazer ou sofrer alteração, transformar, modificar, substituir, renovar, dar outra orientação, direção ou sentido. A mudança é difícil e, por muitas vezes, complexa. Sair da zona de conforto, gera incerteza, e isso dá medo. Mas como seres em constante modificação, os seres humanos aprendem a se adaptar ao diferente rapidamente, fazendo com que o diferente se torna o “comum” novamente.

GRADUAÇÃO

O estudante e o recém-formado tendem a se pressionar para conquistar a vaga desejada e, ao mesmo tempo, se auto sabotar por não aparentar confiança na hora de fazer uma entrevista de estágio ou emprego. Antes de realizar qualquer entrevista, ou até mesmo, encaminhar o currículo para uma empresa, é preciso fazer um trabalho de autoconhecimento, conhecer os pontos fracos e fortes para direcionar a carreira e escolhas profissionais. O mercado de trabalho tende a procurar um profissional confiante e competente, que está em constante busca do conhecimento.

Cursos preparatórios, estágios e trainees são ideais para que o estudante conquiste mais know-how na sua área de formação.  Para alguns cursos de graduação, como Medicina Veterinária, por exemplo, existe ainda a residência veterinária, que contribui para que o graduando ou recém-formado, que ainda não decidiu a área de atuação, tenha uma vivência ainda maior na profissão e, assim, conquiste mais segurança e sabedoria na hora de competir no mercado de trabalho.

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL PARA A CARREIRA VETERINÁRIA

Para pensar em uma carreira veterinária, é preciso se planejar. O medo faz parte do trajeto até onde se almeja, mas com um bom planejamento e foco, o caminho pode ficar menos complicado de se percorrer.

Os obstáculos durante a consolidação da carreira profissional são inevitáveis, mas ao se adaptar às constantes modificações e desafios de maneira ágil e rápida, o medo do desconhecido se torna mais um ponto forte que destaca o profissional no meio de tantos outros em um mercado de trabalho que tem como foco alguém confiante e pronto para aceitar novos desafios.

Conheça nossos cursos! Com certeza irão te ajudar nessa fase de início de carreira.

Fear Free e Feline Friendly Handling

Você já se perguntou por que tem animais, principalmente os gatos, que ficam extremamente irritados quando vão ao veterinário? Ou com medo e fogem até mesmo do proprietário?

Transportar animais para uma visita no veterinário pode ser muito estressante e irritante para o animal, afetando os parâmetros fisiológicos e dificultando anamnese do veterinário. Pensando nisso e em outros aspectos que vamos citar mais adiante, foram criadas as técnicas “Fear Free” e “Feline Friendly Handling” com o intuito de evitar esse medo e estresse. Essas técnicas não são aplicadas apenas no consultório, mas também na residência desses animais, instruído os proprietários. Certamente que para se ter sucesso é importante conhecer o comportamento do animal, para saber o porquê ele teve essa reação.

A espécie animal que será mais beneficiada por essas técnicas, e a que vamos abordar, é a felina, pois é a espécie que mais demonstra agressivamente ou que altera seus parâmetros normais quando ameaçados ou “encurralados”. Gatos foram sempre predadores e algumas atitudes são desencadeadas por conta desse papel que vem de seus ancestrais. Abaixo nós temos uma imagem que demonstra as principais alterações comportamentais encontradas nos felinos com relação a Aggression (agressividade) e Fear (medo).

Fear Free

Traduzindo ao pé da letra significa “livre de medo”, e é exatamente
isso que essa técnica nos traz. As duas técnicas são utilizadas
simultâneas, pois uma complementa a outra, mais adiante comentaremos a
utilização das duas técnicas. O medo é o principal causador da
agressividade nos gatos, em segundo lugar temo a dor, então o objetivo
desta técnica é realizar um manejo de uma forma que o animal não se
sinta ameaçado evitando o medo ao máximo, como o próprio nome nos diz.

Para se evitar que o animal, por exemplo o gato, esteja “livre do
medo” é importante sabermos os motivos que causam esse medo neles. Os
principais fatores relacionados com essa emoção são movimentos bruscos e
rápidos, se você está estressado com certeza vai passar isso para o
animal, barulhos muito altos ou contínuos, cheiros que estão associados
negativamente, espaços novos com muita informação nova. Outro fator são
as memorias negativas que tiveram em outras visitas e que retornam no
momento que ocorre o “estimulo”, podendo ser o jaleco branco, um cheiro
característico, um objeto, qualquer coisa que faça o animal relembrar
daquele estimulo negativo que teve no passado tornando-o agressivo
agora.

Esses estímulos e causas de medo e agressividade não são específicos
para gatos, podendo ser utilizado em outros animais, mudando apenas
algumas características relacionada com o comportamento de cada animal. A
técnica a seguir já mais específica.

Feline Friendly Handling

Como citamos anteriormente, as duas técnicas “Fear Free” e “Feline
Friendly Handling” são aplicadas simultâneas, tendo uma eficácia maior.
Utilizando os mesmos conceitos a respeito do medo, vistos anteriormente,
a técnica “Feline Friendly Handling” está mais intimamente relacionado
com os felinos, utilizando as características comportamentais
especificas deles, e sua tradução significa “manipulação amigável
felina”, o exemplo mais comum da utilização dessa técnica é no
transporte do animal para o consultório do veterinário e da maneira como
o veterinário irá receber e iniciar a manipulação deste animal. Essa
técnica se inicia na residência do proprietário, antes de levar ao
veterinário, pois é um conjunto de fatores que iram evitar que o animal
fique com medo, estressado, levando a agressividade e consequentemente
tornando difícil a anamnese.

O importante então é demonstrar no momento da anamnese que o gato
está no comando, deixando-o se sentir o mais confortável possível, sem
“forçar” ele a ficar em certar posições e sim fazer ele querer ficar
naquela posição. No momento em que entrar no consultório é importante
abrir a caixa de transporte e deixar o animal explorar o local, com
todas as possibilidades de fugas fechadas. Se mesmo abrindo e esse gato
não sair para explorar não é necessário obrigar, pode-se retirar a tampa
de cima da caixa e realizar o exame físico dentro da mesma.

Referências

RODAN, Ilona. Understanding Feline Behavior and Application
for Appropriate Handling and Management. Cat Care Clinic & Behavior
Consultations for Cats, v. 25, n. 4, p. 178-188, nov. 2010.

AAFP Position Statement. Respectful handling of cats to
prevent fear and pain. Journal of Feline Medicine and Surgery, p.
569-573, mai. 2012. Disponível em:
<https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

AAFP Position Statement. Transport of cats. Journal of Feline
Medicine and Surgery, p. 886-887, mai. 2012. Disponível em:
<https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

AAFP Position Statement. AAFP and ISFM Feline-Friendly
Nursing Care Guidelines. Journal of Feline Medicine and Surgery, n. 14,
p. 337-349, mai. 2012. Disponível em:
<https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

EAD: uma nova forma de preparação para concursos públicos

Com o advento da internet, uma das formas mais usadas por candidatos à concursos públicos para estudar é assistir a videoaulas de cursos online. Entre as vantagens dessa modalidade de ensino estão os custos menores do que um curso convencional, economia de tempo, já que o aluno não precisa se deslocar para outro local e, principalmente, acesso a aulas ministradas por bons professores de outras cidades.

Veja algumas vantagens:

  • Costumam ser mais baratas que os cursos presenciais.
  • Não exigem que você saia de sua casa para estudar.
  • Podem ser acessadas a qualquer hora ou dia, de acordo com o seu cronograma de estudos.
  • Geralmente você não perde aulas caso tenha compromissos no dia/hora do curso.
  • Basta ter um computador conectado à internet para acessar o conteúdo.

Apesar disso, é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro aspecto é a concentração. Concentrar-se significa valorizar alguns estímulos em detrimento de outros.

Ao assistir uma aula na web, você tem um mundo aberto a você. Não abra sites paralelos ao portal de estudos. Porém, nenhuma outra dica é mais valiosa que o controle ao telefone celular, esse grande responsável pela distração em nossa época. Notificações de aplicativos como o WhatsApp, ligações e até aquela mania de olhar quem curtiu sua foto no Instagram são bastante prejudiciais quando você está tentando focar em algo. Se puder, desligue o seu celular e deixe-o bem longe de você.

Outro cuidado importante consiste na autogestão: aja como se estivesse fazendo um curso presencial. Nesse sentido, é muito importante que você faça um cronograma com dias e horários fixos para assistir suas videoaulas. Não espere a vontade de assistir aula aparecer para estudar. Comece a estudar independentemente do que estiver sentindo, e você se transportará para a sensação de produtividade e dever cumprido. Use fones de ouvido e se isole do mundo exterior, prestando mais atenção à aula.

Ter um roteiro impresso da aula é muito importante, para que você possa acompanhar e fazer anotações para posterior consulta.

Aproveite a possibilidade atual de se preparar de forma on-line. Com dedicação e disciplina, os cursos em sistema EAD vão te auxiliar grandemente a atingir seu objetivo!

5 dicas para você focar no estudo para a prova de residência

Passar na Residência, assim como entrar na universidade, vem se tornando essencial para atingirmos uma carreira profissional consistente. E, para atingirmos esse objetivo, tempo, dedicação e muitas outras coisas têm que estar na pauta. Pensando nisso, preparamos 5 dicas que podem te ajudar a se preparar para a prova da sua vida!

1. FAÇA DA SUA ESCOLHA UM OBJETIVO

Se quiser passar no vestibular, você deve transformá-lo no seu maior objetivo no momento. Focar nos estudos, é a única maneira de você alcança-lo. Portanto, planeje a sua preparação de maneira antecipada. Use meses anteriores ao concurso, e não dias. Se preparar gradualmente durante todo o ano vai fazer a diferença.

2. SUA FAMILIA DEVE SER O SEU APOIO

O seu estudo depende da compreensão e apoio daqueles que o rodeiam. Quando você passar, todos que vivem com você terão a satisfação de ter um aprovado dentro do lar. Convença-os disso e de que precisa conseguir o máximo de tempo para estudar. A aprovação deve ser uma meta e uma conquista da família. O carinho dos pais e do(a) namorado(a) conforta e diminui o estresse.

3. ABRA MÃO DE ALGUMAS ATIVIDADES
Agora é uma hora de foco em seu objetivo. Não adianta pular de galho em galho. Se seu objetivo é a aprovação, você não irá conseguir se dedicar aos estudos fazendo varias atividades em paralelo. Muitas vezes são necessárias escolhas, e sacrificar algumas atividades, como por exemplo estágios ou trabalhos paralelos.

4. TENHA PACIÊNCIA E PERSEVERANÇA
Somos ansiosos por natureza. Alguns mais, outros menos. As coisas quase nunca acontecem na velocidade de desejamos. Assim, para manter seu foco, enfrente com paciência as adversidades que possam surgir. Ter paciência e perseverança, com certeza irão te levar ao caminho que deseja.

5. INVISTA NA SUA PREPARAÇÃO
Com a crescente procura dos graduados pela residência, a concorrência cresceu exponencialmente. Porém, ainda não é habito na medicina veterinária buscar auxílio em cursos preparatórios ou livros sobre o assunto, como acontece na medicina humana. É provado em estudo cientifico, que um candidato que se preparou com cursos preparatórios, tem uma nota 4 vezes maior do candidato que não cursou. Buscar esse auxílio pode te direcionar de maneira importante a realmente o que estudar, trazendo uma grande revisão sobre a matéria além de te dar diversas dicas.

Guia de Programas de Residência em Medicina Veterinária 2020


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Qual a diferença entre a residência do MEC e os programas de aperfeiçoamento?

Os Programas de Residência e de Aprimoramento Profissional em Medicina Veterinária são ambos cursos de pós-graduação em regime lato sensu, devendo ser regidos segundo a legislação vigente. Os Programas devem ter reconhecimento Institucional, sendo este representado por documento que comprove sua aprovação junto ao Conselho de Ensino […]

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