Problemas de ansiedade/Depressão de estudantes

Quando foi anunciado na primavera de 2014 que um estudo da Penn State havia descoberto que a ansiedade havia superado a depressão como o principal problema de saúde mental que os estudantes universitários enfrentavam, a história se tornou manchete nacional.

De acordo com o estudo de mais de 100.000 alunos do Centro de Saúde Mental Colegiada em Universidades brasileiras, mais da metade dos estudantes que visitam as clínicas de saúde do campus listaram a ansiedade como uma preocupação.

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Essa descoberta foi colaborada pelo Levantamento Nacional de Avaliação de Saúde da Faculdade de Saúde da American College Health Association (ACHA) de 2015 , que relatou que quase um em cada seis estudantes universitários (15,8%) tinha sido diagnosticado ou tratado por ansiedade.

A mesma pesquisa constatou que 21,9% dos alunos disseram que, nos últimos 12 meses, a ansiedade afetou seu desempenho acadêmico.

Segundo os estudantes, é fruto de receber uma nota mais baixa em um exame ou projeto importante, ou a reprovação em uma ou mais matérias.

 

O que é normal e quando procurar ajuda?
Todos os alunos se sentem estressados uma vez ou outra, especialmente durante os períodos intermediários e finais. E é normal que os alunos se sintam cansados ocasionalmente também. Então, quando esses sentimentos se tornam motivo para mais preocupação?

“Quando o seu estado de humor interfere com a sua capacidade de funcionar na escola”, diz Hutchinson, “como quando você está descobrindo que não pode ir para a aula-

Você não quer sair com seus amigos ou companheiros de equipe, e você está tendo dificuldade em se concentrar porque você está se sentindo tão angustiado – “é quando queremos chegar e ajudá-lo.”

Sinais de depressão na faculdade

Dentre os vários sinais em que podemos identificar a depressão durante o período letivo na faculdade, separamos os principais em que você deverá ficar atento, confira a seguir:

— Alunos que apresentam sinais constantes de tristeza ao longo do dia;

— Alunos que dizem não ligar para os seus sentimentos;

— Ausência de interesse nas coisas que ocorrem ao seu redor;

— Déficit no foco atencional nas matérias da faculdade;

— Sentimento de culpa constantemente;

— Permanecer na cama por longos dias;

— Ficar sem dormir por vários dias;

— Sentimento de culpa em estar vivo;

Se os alunos estiverem experimentando esses sintomas, eles devem discuti-los com seu médico ou outro profissional de saúde mental.

A experiência com qualquer um desses sintomas não deve ser tomada como um diagnóstico de depressão.

Um profissional de saúde pode ajudar os alunos a determinar se estão enfrentando algum problema de saúde mental e o melhor curso de tratamento.

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Devemos sempre ficar atentos com as diversas mudanças que acontecem no período da faculdade, algumas pessoas costumam ser mais vulneráveis psicologicamente do que outras, devemos sempre ter em mente que a depressão pode vir para qualquer pessoa e ninguém é em si imune.

CONQUISTAR UM SONHO DE CURSAR MEDICINA VETERINÁRIA E SE DAR CONTA QUE, DEVIDO AS PRESSÕES, VOCÊ ESTÁ PASSANDO POR SÍNDROMES DE ESGOTAMENTO DA PROFISSÃO É DEVASTADOR.

Lidar com uma nova vida, a de estudante universitário, não é tarefa fácil para a maioria das pessoas. Pressões de provas e as responsabilidades de se morar sozinho pode despedaçar o sonho de se tornar médica veterinária. Para quem já se formou pode ser ainda mais devastador. Pressões dos tutores cada dia mais esclarecidos e exigentes, tanto na prática em clínicas particulares, como em residências, levam a síndromes de esgotamento profissional muito estudadas hoje em dia.

O burnout é uma delas, e é uma síndrome definida por três facetas: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal.

Exaustão emocional resulta do uso de si mesmo como uma ferramenta na solução dos problemas do cliente. O estado de exaustão emocional leva à capacidade diminuída de se conectar com os clientes em um nível emocional.

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A despersonalização é melhor descrita como a desumanização de clientes – quando nossas atitudes em relação a elas e nossa percepção delas são cínicas e insensíveis.

A despersonalização tende a se desenvolver paralelamente ou em consequência do esgotamento emocional.

Por fim, a realização pessoal reduzida é a crença de que o trabalho de alguém não tem um impacto positivo ou não tem significado.

ENTÃO, O QUE É QUE DEIXA MUITOS VETERINÁRIOS “ANSIOSOS” NO TRABALHO E EM CASA?

Muitas vezes, a fonte é externa. O estresse das pressões organizacionais e / ou um ambiente de trabalho difícil pode se manifestar em sintomas emocionais ou físicos – raiva, tristeza, falta de concentração, incapacidade de dormir.

O estresse crônico tem sido culpado pelo ganho de peso, porque o estresse produz cortisol e concentrações elevadas de cortisol podem promover o armazenamento de gordura no abdômen profundo.

Isso pode ser muito frequente logo no início da profissão veterinária, como nos programas de residência veterinária, que possui uma carga horária elevada e grande pressão.

O problema também pode derivar de dentro – da própria natureza de ser uma pessoa interessada em uma profissão de cuidado.

A Dra. Lisa Miller, ex-presidente do Comitê de Bem-Estar da AVMA e membro do corpo docente do Atlantic Veterinary College, da University of Prince Edward Island, observa que existe até um nome para o problema de cuidar dos outros à custa de si mesmo: “fadiga da compaixão”. ”

FADIGA DE COMPAIXÃO

Fadiga de compaixão resulta quando um indivíduo está esgotado de recursos emocionais internos. Pessoas em profissões de cuidado, especialmente aquelas que trabalham em situações de emergência, podem ser vulneráveis.

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“Por causa da natureza carinhosa de nosso campo, alguns de nós praticam nossa empatia ao extremo, em detrimento de nós mesmos”, diz o Dr. Miller. “Se não enchermos nosso ‘balde de empatia’ de vez em quando, acabamos”.

ESCLARECENDO

Ao contrário do burnout, a fadiga da compaixão não é situacional. É trazido em resposta aos pacientes e / ou clientes. Tirar folga ou encontrar um novo hospital para trabalhar não vai curar a fadiga da compaixão com a qual você pode estar sofrendo.

A melhor maneira de combatê-lo é abordar a questão de frente e, muitas vezes, isso significa pedir ajuda. Os assistentes sociais veterinários e os profissionais de saúde mental podem ajudar a aliviar muitos dos sintomas da fadiga da compaixão e iniciar o caminho para a recuperação.

Fadiga de burnout e compaixão pode afetar todos nós de maneiras diferentes e encontrar o remédio às vezes pode parecer impossível.

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Alcançar os outros pode ajudar; falar sobre as maneiras pelas quais superamos esses obstáculos pode ser esclarecedor para os profissionais veterinários que estão reconhecendo que são afetados.

O primeiro passo bem-sucedido no combate ao esgotamento e fadiga da compaixão, no entanto, é aprender as ferramentas para evitá-lo.

Tire um tempo todos os dias para sair da sua cabeça e ter um momento de paz.

Mantenha uma linha aberta de comunicação com seus colegas de trabalho para que o estresse não se acumule. Se não estiver satisfeito com as suas condições de trabalho atuais, altere-as e encontre um novo emprego.

Descanse bastante, não se esqueça de tirar uma folga regularmente e encontrar um equilíbrio saudável entre trabalho e vida.

Você deseja realizar a prova da residência? Venha se preprarar conosco!!

Entrevista com profissionais – Prof. Diogo da Motta Ferreira

Entrevistamos o Medico Veterinário  Diogo da Motta Ferreira, formado na UFPR, realizou residencia na UTP na área da Anestesiologia Veterinária…E não parou por ai, fez especialização em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais . Hoje trabalha como professora da Veteduka e docente do curso de medicina veterinária da UTP.

A ENTREVISTA!!

P: Ao fim da graduação você se sentia insegura quanto ao início da tua carreira?
R:Sim, apesar de durante a graduação ter participado da rotina do hospital veterinário da UFPR e de sempre ter feito estágio fora da universidade, sentia que havia falta de algo e entendi que esse algo era experiência. É possível adquirir experiência no dia a dia, mas na residência existe um grupo de orientadores que te mostram as melhores soluções e te ajudam a crescer.

P: Você acha que construir um currículo desde cedo é importante? Como o aluno pode fazer isso?
R: Em toda entrevista que fiz sempre foi analisado o currículo, tanto as coisas que fiz, como as que não consegui fazer, então diria que o currículo é primordial para uma colocação no mercado e quanto mais cedo se iniciar o preparo desse currículo para sua área de interesse melhor o currículo será avaliado.

P: Faz sentido fazer cursos de atualização desde a graduação? Cursos EAD podem ser uma opção?
R: Com certeza. Eu entendo que um professor universitário tem a missão de mostrar um caminho, existem aquelas pessoas que seguiram o caminho apenas pelas instruções dadas, mas o profissional que chama a atenção do mercado é aquele que não se contenta com isso e vai além. Sempre sugiro que as pessoas busquem mais informações pelas suas áreas de interesse e os cursos a distância são uma ótima forma de se atualizar com professores experientes e, muitas vezes, que tem ideias que complementem e ampliem aquelas apresentadas em sala de aula.

P: Você considera a realização da tua residência ter sido importante na tua carreira? Porque? Qual o principal beneficio que ela trouxe?
R: Eu sou muito grato pela oportunidade que tive durante a residência. A experiência adquirida não apenas me ensinou a trabalhar melhor como médico veterinário e anestesista, mas também me ajudou a ser um solucionador de problemas, a pensar fora do óbvio e buscar soluções para situações singulares. Além disso, os contatos que adquiri durante a residência, de professores que já eram conhecidos pelo mercado, me ajudaram a conseguir minha primeira colocação fora do programa de residência. Particularmente, em um estágio que fiz na argentina, no final do programa de residência, me fez perceber que o programa do qual participei me deixou muito preparado, inclusive sendo um fato apontado pelos orientadores do estágio na universidade de Buenos Aires. O período de residência é de muito aprendizado, mas não se engane, esse período é tão bom quanto sua dedicação ao programa.

P: Quando e porque optou pela especialidade que atua?
R: Só optei pela especialidade no final da graduação, estava me preparando para outra área anteriormente, mas surgiram oportunidades na área de anestesiologia e resolvi aproveitar. Depois de entrar no programa me dediquei a mostrar aos orientadores que eles não se decepcionariam com minha aprovação e me atualizei o máximo possível dentro da especialidade.

P:Os focos de quem quer fazer residência ou mestrado são diferentes? Qual o foco de cada um desses programas?
R: Inicialmente eu diria que são diferentes. O programa de residência ou aprimoramento profissional é mais voltado para as necessidades do mercado de trabalho, sendo que nesse programa existe dedicação muito grande à rotina. Os programas de mestrado e doutorado são voltados para pesquisa e ensino, muito mais interessante para aqueles que seguirão a docência, entretanto, vale lembrar que possuir uma residência aumenta a pontuação de currículo e as chances de entrada em uma vaga de mestrado.

P: Quando resolver empreender?
R: Já fui sócio em duas empresas, atualmente estou desligado de ambas, precisei focar meus esforços na docência. Todo veterinário deveria ter uma noção de empreendimento, até para entender quais as necessidades de uma empresa e quais atitudes auxiliam na manutenção da saúde da empresa.

P: O desafio para começar a empreender foi mais relacionado a recursos financeiros, ou ao medo de não dar certo?
R: Principalmente medo, mas acho que isso vem muito do não conhecimento do empreendedorismo. Muitos médicos veterinários, inclusive que possuem clínicas, não entendem o que é empreender e como manter a empresa funcionando. Atualmente existem cursos que podem te ajudar a tomar essas decisões, mas no final sempre fica aquela ponta de apreensão.

P: Quais são os horizontes de evolução da sua especialidade?
R: A anestesiologia veterinária e o intensivismo (área correlata) estão vivendo um período de grande expansão e novos desafios. O anestesista que acha que usar inalatório é a técnica mais segura está com seus dias contados e o intensivista que não conseguir avaliar e tirar proveito de um exame de hemogasometria terá muita dificuldade, esses são dois exemplos de como precisamos nos aprimorar cada vez mais. O futuro dessas duas áreas é vasto e as perspectivas são enormes: ventilação mecânica, unidade de terapia intensiva, bloqueios guiados com neurolocalizador ou ultrassonografia, o uso de ecocardiografia transoperatória e na beira de leito, além de outras técnicas que já estão em uso em alguns centros e que serão difundidos brevemente.

P: E os desafios da medicina veterinária?
R: Para o médico veterinário o desafio está em trazer um serviço de qualidade baseado em conhecimento e experiência para um público cada vez mais exigente. Continuar a se aprimorar mesmo tendo uma rotina de trabalho pesada. E principalmente, identificar o que deve ser feito para que a empresa, na qual estou trabalhando, cresça, lembre-se sempre que quanto maior for o crescimento do local no qual você trabalha maior será o seu crescimento profissional.

Eu gostaria de finalizar dizendo que o período de residência ou aprimoramento é um período de grande aprendizado, mas também é um período de muito trabalho. Esteja pronto para fazer pequenos sacrifícios e foque no aprendizado, não fique apenas na mesmice, aprenda, inove, discuta e cresça para assim ser notado pelo mercado.

Dicas importantes de como estudar para provas!!

Existem métodos e conselhos adaptados para cada pessoa. Desta forma, estudar bem é primeiro conhecer-se bem. Ser eficaz é organizar-se e escolher métodos de trabalho que se adequem a você. Assim sendo, você terá resultados que correspondem às suas expectativas.

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Organizar-se antes de começar e conhecer seus próprios limites de concentração.

Se você estuda para passar em uma prova, é importante analisar o tempo que você tem até os testes, e assim, organizar você de acordo. Não é permitido revisar no último momento.

Testar suas habilidades de concentração permitirá que você estude com mais eficácia, conheça seus próprios limites antes de começar.

Seja e fique positivo

Para ajudá-lo a ser positivo, lembre-se destas coisas:

  • Você estuda para aprender, escolheu esses estudos e é um prazer enriquecê-lo com novos conhecimentos.
  • Você diz e repete que terá sucesso porque gosta desse aprendizado que lhe permitirá praticar o trabalho que está considerando para você.
  • Você terá sucesso porque trabalha com coragem, entusiasmo e motivação.
  • Não se preocupe com outros alunos. Tenha em mente que cada indivíduo tem seu próprio ritmo, não se compare aos outros. Trabalhe como quiser com base nas suas habilidades de concentração.
  • Não se concentre nos resultados que você precisa alcançar; isso traz estresse. Concentre sua energia positiva em seus estudos e os métodos que você usará e adaptará para você.

Prepare um plano de estudos

Você sabe a quantidade de materiais que você precisa para estudar e seus limites de concentração.

  • Projetar uma agenda de estudos e revisões em plena consciência de suas habilidades de concentração.
  • Defina seus estudos por mês, por semana e por dia para cada assunto. Ao se organizar, você economizará muito tempo e reduzirá muito seu estresse.
  • Faça uma lista precisa do que você estudará em relação à sua agenda durante a sessão e verifique como ela é feita.
  • Não se esqueça de incluir o horário na sua agenda para ventilar sua mente, respirar, caminhar ou praticar esportes pelo menos três vezes por semana.
  • Inclua um estilo de vida saudável em sua vida diária, coma bem e durma bem. Estar fisicamente e intelectualmente apto para melhorar a memória.
  • Respeite sua agenda de trabalho e relaxamento regularmente. Revise ao mesmo tempo que permite a autodisciplina. Você terá orgulho de cumprir tudo isso.

Use vários métodos de revisão

Experimente vários métodos para ajudar você a entender e definir os que funcionam melhor para você. Variar os métodos também é aprender com mais prazer, é dar todas as chances de sucesso.

Alguns lembretes dos melhores métodos de aprendizagem.

  • Leia as informações e faça anotações, faça cartões, etc.
  • Repetição de inscrição em folhas brancas
  • Crie adesivos para por na geladeira
  • Mapeamento mental: para entender e reter informações de forma sustentável
  • Lei de Pareto: Selecionando o essencial para lembrar
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Recursos de ajuda mútua

Enriqueça seu aprendizado aprendendo de maneiras diferentes. Busque informações adicionais.

  • Procure ajuda de professores
  • Pesquise documentos ou livros na biblioteca
  • Faça perguntas ao seu colega mais próximo
  • Trabalhe em um grupo de estudantes para trocar

 

Muitas pessoas se dão bem estudando em grupo, outras não. Avalie o seu caso.

 

Fontes

 

https://estudareaprender.com/10-dicas-para-estudar-e-aprender-mais-facil/

 

https://www.hotcourses.com.br/study-abroad-info/essentials/dicas-sair-bem-nas-provas/

 

https://www.unasp.br/blog/como-estudar-para-provas/

Como realizar uma apresentação excepcional!!

Se você pular e enfrentar o sentimento de medo, essa sensação de assumir riscos que muitas pessoas sentem, coisas realmente surpreendentes podem acontecer.

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Muitas vezes, a perspectiva de fazer uma apresentação cria uma forte sensação de estresse e nervosismo. Este é o seu caso? Aqui estão algumas dicas para fascinar o seu público!

Não deixe espaço para improvisação

Uma apresentação oral é preparada com bastante antecedência, nada deve ser deixado ao acaso. Como primeiro passo, defina sua meta: que mensagem você deseja transmitir? Em seguida, anote os diferentes elementos que você deseja incluir no discurso.

Para começar, grave tudo que você precisa falar. Quando tiver certeza de que não esqueceu nada, você pode planejar seu discurso. É melhor definir uma diretriz, um quadro a ser respeitado do começo ao fim.

Depois de organizar suas ideias, você poderá iniciar simulações que lhe darão uma ideia clara do seu tempo de conversação.

Conheça o seu público

Se você tem que apresentar um projeto para potenciais investidores ou apenas fazer uma apresentação na frente de seus colegas? Coloque-se no lugar do seu público: quem são eles? O que eles estão esperando?

Que tipos de informação eles estão procurando? Considere também o vocabulário usado: alguns termos em sua área podem parecer óbvios para você, mas não serão para seu público.

Algumas perguntas para se fazer:

  • Quais serão as expectativas do meu público?
  • Qual é o ponto mais importante da minha apresentação?
  • Quais são as possíveis perguntas que podem ser feitas?
  • Meu público se lembrará desta apresentação em algumas semanas?
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Não fique em segundo plano com suas ferramentas

Atenção, é muito importante certificar-se de que seus equipamentos e materiais funcionam perfeitamente, seja o computador, o retroprojetor ou os cabos.

 

Uma apresentação oral bem-sucedida também requer um bom suporte do PowerPoint. Tenha cuidado, no entanto, que seus slides não chamam a atenção do seu público. Seus slides devem destacar o que você diz, nunca o contrário.

 

Se você preferir ter seu plano em uma folha, evite ser muito dependente: Quanto menos ler, melhor!

 

Pouco antes da apresentação concentre sua energia na sua respiração

Chegou o Dia D, então é essencial gerenciar suas emoções. A sensação de estresse que precede o seu discurso é normal, mas você deve domesticar esse sentimento. Em particular, você pode fazer exercícios de respiração abdominal que o ajudarão a relaxar antes de subir ao palco.

 

Um exercício para repetir três vezes seguidas, para aliviar o estresse:

 

  • Respire fundo pelo nariz e deixe a barriga inchar
  • Expire lentamente pelo nariz, retraindo a barriga, pressionando suavemente sua barriga no final da expiração.

 

Seja convincente nos primeiros 5 segundos

Preste especial atenção à sua apresentação: se você passar este teste com folga, ficará automaticamente confiante para o futuro e terá toda a atenção do seu público.

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Aqui estão 3 ideias para iniciar sua apresentação:

  • Faça uma pergunta aberta ao público: “Você já se perguntou por que… (alguma coisa)?”
  • Dê figuras, estatísticas ou faça uma declaração simples
  • Refira-se à notícias, um fato recente.

Enfim, para convencer seu público, seja ele formado por colegas de sala ou não, sinta-se confiante em si próprio.

Fontes

http://gutemberg.com.br/gutemberg/como-fazer-uma-apresentacao-excepcional/

https://endeavor.org.br/marketing/powerpoint/

https://posgraduando.com/como-fazer-uma-apresentacao/

Como adequar a vida social com a vida acadêmica!

A transição da faculdade para a universidade implica uma mudança na rotina, novos hábitos acadêmicos, integração em um novo círculo social, o início de um projeto de vida profissional, entre outros fatores determinantes que, de vez em quando, podem se tornar preocupações para os alunos. Alunos que estão prestes a iniciar uma carreira universitária.

72% dos estudantes trabalham meio período enquanto estão na universidade. Não é de admirar! A combinação de educação e trabalho não é feita para todos, e a reconciliação entre eles pode ser difícil. Vida social? Nem se fala nesses casos.

Para tornar as coisas um pouco mais fáceis, aqui estão algumas dicas para equilibrar a vida social com os estudos.

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Estabeleça um planejamento.

Quantas horas você tem que trabalhar para cumprir seus compromissos financeiros? Você quer terminar seus estudos o mais rápido possível ou você está mais lento, sem um prazo em mente?

 

Considerando sua personalidade, metas e responsabilidades, desenvolva um plano realista que garanta seu sucesso.

 

Aproveite a flexibilidade do seu local de trabalho.

Pergunte ao seu chefe sobre horários flexíveis ou horários reduzidos. Aproveite os programas de salário diferido, licença ou compartilhamento de trabalho. Encontre uma programação de meio período que atenda às suas necessidades.

 

Convença-se que você não pode fazer tudo

É muito importante aprender a delegar as tarefas e, acima de tudo, fazê-los com cabeça. Se trata de coordenar as tarefas de tal maneira você não fique sobrecarregado.

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Conciliar a vida pessoal e acadêmica é uma boa parte disso. Quando você alcançar um equilíbrio entre ambos, você terá mais tempo para se dedicar ao seu tempo de lazer.

Crie uma rotina

Criar uma rotina significa estabelecer horários onde as coisas se encaixarão em sua vida. Não deixe tudo ao acaso, planeje tudo, inclusive com a possibilidade de imprevistos.

Organize o seu tempo

A organização eficaz do tempo traz certas vantagens que geralmente passam despercebidas para a maioria das pessoas, porque acreditamos que as únicas são: mais tempo livre, mais produtividade e agora.

Existem muito mais benefícios que essa ferramenta poderosa pode nos oferecer em nossas vidas.

Aumentar significativamente a produtividade: Em termos simples, significa ser capaz de fazer mais coisas (e até bem feito) em menos tempo do que nos levaria sem técnicas para organizar o tempo, porque seria inútil fazer muitas coisas rapidamente, mas sem fazê-las bem, porque na verdade não serve de nada.

Tenha um Melhor equilíbrio

O equilíbrio na vida é um dos aspectos que considero mais importante para qualquer um. Em termos simples, o equilíbrio pessoal é sobre todas as áreas da nossa vida sendo satisfeitas de uma maneira boa por nós.

Desta forma, se uma pessoa se concentra muito em seu trabalho e, portanto, negligencia sua saúde e família, ela pode ter um monte de dinheiro, mas não tem sua vida em equilíbrio. E assim, certamente não será feliz.

Por ter mais tempo livre, você será capaz de ser mais equilibrado. Isso ocorre, porque você será capaz de se dedicar a atender a essas áreas importantes da sua vida. Pense em tudo isso e tente por em prática.

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Entrevista com Profissionais – Prof. Ana Laura D´Amico

Entrevistamos a Medica Veterinária  Ana Laura D´Amico, formada na PUC-PR, realizou residencia na mesma instituição na área da Patologia Clinica…E não parou por ai, fez especializações e mestrado na mesma área. Hoje trabalha como professora da Veteduka, Professora da UTP, Professora da Qualittas e é Diretora do Laboratório Veterinário Próvita.

A ENTREVISTA!!

P: Ao fim da graduação você se sentia insegura quanto ao início da tua carreira?
R: MUITO! É engraçado como durante toda a faculdade o maior desejo dos alunos é que ela acabe logo. Comigo não era diferente. Muitas provas, muitas disciplinas ou professores que não são do nosso agrado…. Comigo não foi diferente! Passei por esse mesmo sentimento até que no último semestre vem aquela noção de: Caracas, está
acabando e eu não sei NADA! A minha sorte foi que durante toda a faculdade sempre fiz muito estágio e isso me fez aprender muito e encontrar a minha área de paixão: a Patologia Clínica. Mas vejo muitos alunos que chegam no último ano e ainda não sabem o que querem dentro da veterinária. Isso deve ser muito desesperador.

P: Você acha que construir um currículo desde cedo é importante? Como o aluno pode
fazer isso?
R: Com toda certeza! Eu queria muito ter tido alguém que me falasse já no primeiro período de faculdade: pense no seu currículo!!!!! Infelizmente, a gente costuma perceber que não tem nada no currículo no final da faculdade e aí já é tarde para construir uma formação sólida. O currículo é uma das etapas de pontuação em processos seletivos para residência, especializações, mestrado e doutorado. Ter um currículo sólido é fundamental. Participar de eventos, organizar palestras, fazer monitorias, muitas horas de estágio, língua estrangeira e publicações são algumas das coisas que pontuam um bom currículo e que eu consegui fazer durante a faculdade.

P: Faz sentido fazer cursos de atualização desde a graduação? Cursos EAD podem ser
uma opção?
R: Faz sentido fazer cursos de atualização a qualquer momento da vida! Durante a graduação sinto que esses cursos serão muito mais aproveitados se você já teve a disciplina, uma vez que a carga horária é menor do que a da faculdade e alguns conceitos são passados de forma bem rápida. Os cursos EAD se tornam uma ótima opção, já que você faz o seu horário e o custo é baixo. Porém, EU não sou uma boa aluna para EAD. Sou muito indisciplinada para isso! Hehehhee…. preciso ter um caderno, anotar tudo, olhar no olho do professor, se não eu viajo nos pensamentos assistindo a aula online. Bom, ainda bem que da pra voltar várias vezes. Hehehe!

P:Você considera a realização da tua residência ter sido importante na tua carreira? Porque? Qual o principal beneficio que ela trouxe?
R: A realização da residência mudou a minha vida. Quando decidi fazer residência só queria em um lugar e só tentei la. Era uma vaga! Olha que loucura? Tinham nove pessoas inscritas, incluindo uma japonesa melhor aluna da minha turma. Quase cai pra trás quando vi o nome dela. Mas era o que eu queria! Era o meu sonho! Passei 30 dias fechada dentro de casa sem celular, sem computador e com mil livros e apostilas e estudei toda matéria diversas vezes antes da prova. Quando vi que eu era a aprovada, fiquei um bom tempo chorando sem acreditar. Tudo isso valeu muito a pena. Durante a residência aprendi MUITO, tanto tecnicamente quanto psicologicamente. Aprendi que não basta você ter QI e saber tudo, você tem que ter QE, saber lidar com a pressão, com o cansaço, com as diferenças entre personalidades. Ser humilde! Ser educado! E ser submisso aos seus superiores! Aprendi durante a residência a falar em público e acredito que por isso hoje sou considerada por muitos alunos como uma professora extremamente didática. Tive que explicar muito, ensinar muito, palestrar muito. Quando eu era residente li um trabalho que hoje tenho maturidade para concordar com ele em 100% da sua retórica: durante dois anos de residência, você aprende o que uma pessoa no mercado de trabalho levará dez para aprender! Isso é muito verdade, pois aos 24 anos já sai da residência tão madura e com tanto conhecimento que já foi possível que eu iniciasse um mestrado e já desse aula para pós graduação, onde quase sempre eu era mais nova que os alunos.

P: Quando e porque optou pela especialidade que atua?
R: Optei pela Patologia Clínica no último período da faculdade. Durante toda a graduação, testei várias especialidades fazendo estágio e até o final estava em dúvida entre clínica de felinos ou patologia clínica. Mas comecei a perceber que nos dias que eu tinha estágio no laboratório eu ficava muito animada pra ir trabalhar, enquanto que nos dias que eu tinha estágio na clínica me dava uma preguicinha e as vezes achava mil desculpas para ligar dizendo que não poderia ir. Esse foi o meu click! Eu gostava mesmo do laboratório, gostava de passar o dia fazendo basicamente as mesmas coisas mas tendo resultados diferentes, gostava de ficar fuçando pra descobrir doenças ou células diferentes, gostava de ficar no ar condicionado e com o som ligado. Heheheheh. Gostava de não ter que ficar escutando o proprietário falar que seu animal adora brincar de bolinha? “Quer ver dotor? Olha esse vídeo dele brincando!” Argh! Depois que optei pela Patologia Clínica e passei na residência vi que é uma área muito mais maravilhosa do que eu imaginava. Existem mil possibilidades de trabalho e pouca gente especializada no mercado. É uma área em que você é bem remunerado e trabalha com qualidade de vida.

P: Os focos de quem quer fazer residência ou mestrado são diferentes? Qual o foco de
cada um desses programas?
R: Ah, com certeza. Acredito que um não substitui o outro, são focos bem bem diferentes. A residência serve para você trabalhar. PONTO FINAL! Você vai aprender no dia a dia a partir de uma rotina pesada. Casos diferentes, exames modernos, cirurgias inovadoras e auxilio contínuo de um grupo de professores. O mestrado serve para você estudar e produzir. Você vai escolher um tema dentro de uma especialidade e estudar só aquilo, produzir só aquilo. Vai te preparar para ser pesquisador e docente.

P: Quando resolveu empreender?
R: Quando estava no mestrado percebi como aquela rotina de pesquisa era chata. Sentia muita falta da correria do dia a dia, de diagnosticar doenças diferentes, auxiliar veterinários, ter contato com os animais. Decidi que não faria o doutorado na sequencia e que queria trabalhar. Foi então que uma veterinária entrou em contato comigo. Ela é dona de uma clínica veterinária e disse já ter ouvido falar de mim e queria trabalhar comigo. Propôs que eu montasse um laboratório dentro da clínica dela. Foi aí que comecei a pesquisar sobre abrir a própria empresa. Esse é o sonho de muita gente, mas confesso que é algo muito difícil. Não é simplesmente investir e comprar coisas e fazer tudo do jeito que você quer. Tem muito planejamento, impostos, cálculos, funcionários, administração, marketing, contabilidade, estratégia por trás. Minha empresa tem hoje seis anos e já temos uma segunda sede. Percebi que você não atinge lugar algum sozinho! Precisa de suporte e uma equipe bastante envolvida. Não é nada fácil, mas me sinto realizada.

P: O desafio para começar a empreender foi mais relacionado a recursos financeiros, ou ao medo de não dar certo?
R: O maior desafio para mim não foi nem o medo nem o financeiro. Eu havia me programado bem financeiramente, tinha exatamente X para montar e Y para me manter durante os primeiros meses da empresa. Não tive medo de investir pois sabia que não tinha como dar errado quando a gente faz aquilo que ama e sabe! Meu maior desafio foi conseguir pessoas de confiança para trabalhar comigo e me inserir no mercado. Infelizmente o cenário da veterinária está bastante saturado e pra você entrar e competir no mercado precisa ter algum diferencial dos demais players.

P: Quais são os horizontes de evolução da sua especialidade?
R: A medicina laboratorial tem evoluído demais nos últimos anos. Novos exames e modernização de tecnologias ocorrem a cada ano no segmento. Acredito que a evolução esteja em realizar exames de PCR (reação em cadeia de polimerase), cultivo de células tronco, cultura e identificação bacteriana automatizada de forma mais ampla e de rotina no dia a dia. E os desafios da medicina veterinária? São muitos: concorrência desleal, anti-ética, baixa remuneração, baixa valorização, pessoas pouco interessadas,…. Mas acredito que todas as profissões tem os seus desafios. Então se você realmente gosta da veterinária, de o seu melhor que o sucesso é uma consequência. Sempre digo a minha equipe: Faça o melhor que você pode nas condições que você tem!

Como se comportar nas redes sociais para não afetar meu primeiro emprego?

Automação, plataformas digitais e outras inovações estão mudando a natureza fundamental do trabalho. Compreender essas mudanças pode ajudar os formuladores de políticas, os líderes empresariais e os trabalhadores a avançar.

O mundo do trabalho está em um estado de fluxo, o que está causando uma ansiedade considerável, e com boas razões.

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Há uma polarização crescente das oportunidades do mercado de trabalho entre empregos de alta e baixa qualificação, desemprego e subemprego, especialmente entre os jovens, renda estagnada para uma grande proporção de domicílios e desigualdade de renda.
Sem presença correta da mídia social, você terá dificuldade em conseguir entrevistas de emprego.

Uma pesquisa recente feita por uma instituição norte americana, relata que a triagem de candidatos com base nas mídias sociais aumentou de 11% nos últimos anos desde 2014. Das empresas entrevistadas, 70% utiliza a as mídias sociais para a triagem em todo o mundo.

Então, onde os empregadores estão procurando e o que exatamente eles estão procurando?

Primeiro, você deve saber que um terço das empresas diz ter alguém na equipe cujo trabalho é pesquisar candidatos online, segundo a pesquisa. Isso significa que os empregadores veem valor no recrutamento social.

Mas mesmo que não tenham funcionários dedicados, os recrutadores e gerentes de contratação ainda estão se voltando para as mídias sociais para verificar os candidatos .

Eles também estão usando cada vez mais um dos principais mecanismos de busca, como Google, Bing ou Yahoo, para pesquisar candidatos pelo nome para ver o que aparece.

O que os empregadores estão procurando?
Ao pesquisar sites de redes sociais, os empregadores pesquisados relataram quatro coisas principais pelos quais estão atentos:

— Informações que apoiam as qualificações de um candidato.

— O profissionalismo da persona online de um candidato.

— O que outras pessoas estão postando sobre os candidatos.

— Uma razão para não contratar um candidato.

Os empregadores podem encontrar essa informação?
Pode ser mais fácil do que você pensa. Mais de 50% dos empregadores relataram encontrar informações sobre perfis de mídia social que resultaram na não contratação de um candidato.

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No entanto, há boas notícias. Quarenta e quatro por cento dos empregadores declararam ter encontrado informações on-line que os levaram a contratar candidatos.

Quais fatores levam à rejeição?
Aqui estão as 11 principais coisas que os empregadores disseram que fizeram com que rejeitassem os candidatos, de acordo com o CareerBuilder:

— Mensagens ou informações provocativas ou inapropriadas.

— Fotos bebendo ou usando drogas.

— Comentários discriminatórios relacionados a raça, gênero ou religião.

— Falar mal de sua empresa anterior ou colega de trabalho.

— Mentindo sobre qualificações no seu perfil.

— Habilidades de comunicação ruins.

— Links compartilhados para o comportamento criminoso.

— Compartilhando informações confidenciais de empregadores anteriores.

— Nome do perfil ou identificador não profissional.

— Mentiu sobre uma ausência.

— Postando com muita frequência assuntos sem fundamentos.

 

Tenha em mente quem pode ver o que você postar
Além do conteúdo que você compartilha on-line, pense também em quem pode visualizá-lo ou compartilhá-lo.

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Se você está conectado a colegas de trabalho nas mídias sociais, não quer colocá-los em uma posição desconfortável compartilhando informações que sejam muito pessoais ou enganosas, como fotos de vocês durante o horário de trabalho.

Como ter um currículo apresentável para o primeiro emprego?

Se você está construindo seu primeiro currículo pós-faculdade e se sente qualificado, aqui está o que você precisa saber.

É o dilema clássico da pós-faculdade: você se candidata a um emprego de nível iniciante que poderia colocar você no caminho para a carreira que você realmente deseja. No entanto, durante a entrevista, é dito que você não tem experiência suficiente para a posição.

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Então, você precisa de experiência para obter um trabalho de nível de entrada, mas sem o trabalho, você não pode ganhar experiência. Isso faz sentido, certo?

A chave é ampliar um pouco o seu escopo quando se trata do termo “experiência”. Você foi para a faculdade, obteve seu diploma e fez coisas que o ajudaram a crescer e aprender.

Você é um graduado que é cheio de potencial. Ao pensar em seu currículo, concentre-se nessa palavra – potencial. É a chave para construir um grande currículo de recém-formado .

Veja como você detalha em seu currículo de nível de entrada.

Resumo profissional
Este espaço costumava pertencer à declaração objetiva, que rapidamente diz o que você estava procurando em sua carreira.

O problema com esse conceito é que ele está dizendo aos possíveis empregadores o que você quer e não o que você tem a oferecer.

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Experiência relevante
Você pode pensar que precisa ter uma parte do seu currículo de nível de entrada dedicado ao histórico de trabalho. Na maioria dos casos, isso é verdade.

No entanto, se você não tiver um histórico de trabalho real ou tiver apenas um emprego, poderá mudar o foco para sua experiência relevante.

Aqui é onde você realmente precisa pensar sobre os últimos anos e o que você fez para se preparar para uma carreira:

  • Você trabalhava meio período enquanto cursava a faculdade?

Mesmo que fosse um caixa em uma loja de departamentos ou uma garçonete em um café, você ganhou experiência.

Pense nas coisas que você aprendeu e como elas são relevantes para o trabalho que você deseja.

  • Você teve um estágio?

Se sim, isso é ótimo! Faça uma lista e descreva o que você aprendeu e realizou enquanto esteve lá.

  • Você fazia parte de algum clube ou organização?
  • Que tipo de trabalho você fez? Você teve uma posição de liderança?
  • Você fez algum voluntariado?

O voluntariado é uma ótima maneira de utilizar suas habilidades e construir experiência, e exibe o caráter.

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Habilidades
Aqui está a seção de um currículo de nível de entrada que pode realmente fazer o trabalho pesado para você.

O que você estava fazendo em todas essas aulas? Você estava aprendendo habilidades. Preencha esta seção e mostre aos possíveis empregadores que tipo de potencial você tem.

Não fale sobre suas aulas ou se preocupe com exemplos, apenas liste as habilidades que você desenvolveu nos últimos anos.

Aqui então surge a grande importância de realizar os cursos EAD enquanto você estava no período de graduação da sua faculdade, são justamente esses cursos que irão ampliar as suas chances no mercado de trabalho após sair da faculdade.

Realidade do mercado de Veterinário no Brasil!

ENTENDER O MERCADO QUE VOCÊ ESTÁ INSERIDO É MUITO IMPORTANTE PARA QUE POSSA SE DAR BEM, PRINCIPALMENTE NO INÍCIO DA CARREIRA.

A HISTÓRIA DA MEDICINA VETERINÁRIA NO BRASIL.

Nos últimos 50 anos, muitos foram os avanços da medicina veterinária, provocados principalmente pela mudança cultural da sociedade, e maior cuidado dos tutores com seus companheiros de estimação. Essa mudança está com certeza relacionada ao avanço da expectativa de vidas dos brasileiros e diminuição do número de filhos, levando a um aumento do número de profissionais, busca por especializações, seja em pós graduações em escolas de educação continuada ou residência veterinária.

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No Brasil, a idéia de criação de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina Veterinária foi despertada quando o imperador Dom Pedro II visitou a Escola Veterinária de Alfort em 1875, só se concretizando, entretanto sob a égide da República, com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo presidente Nilo Peçanha. O documento tornava obrigatório o ensino da Medicina Veterinária. No mesmo ano foram criadas a Escola de Veterinária do Exército e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária, ambas no Rio de Janeiro.

A primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Três anos depois, fundava-se a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária – SBMV. O primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterinária veio com o Decreto 23.133 de 9 de setembro de 1933. A data foi escolhida posteriormente como o dia do Médico Veterinário. Em 1968, houve a aprovação da Lei 5.517, que estabelece a segunda regulamentação e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Desde então a Medicina Veterinária vem evoluindo em essência, aprimorando as técnicas, somando em ações humanitárias e contribuindo indubitavelmente com a promoção do crescimento tecnológico, econômico e social do Brasil.

 

VISÃO GLOBAL DO MERCADO VETERINÁRIO

Hoje, o mercado Pet, em que o médico veterinário está inserido é o número 3 em faturamento no mundo, com um faturamento de 18,9 bilhões de reais em 2016. Isso se deve ao fato de termos a 3 maior população de cães e gatos do mundo.

Seu trabalho é amplamente variado e pode incluir atividades como prática clínica, pesquisa biomédica, educação, laboratórios de diagnóstico, consulta ou proteção do suprimento alimentar de nosso país. Como dizem, é uma profissão tentacular.

Qualquer que seja sua especialidade, os veterinários se dedicam a manter e promover a saúde animal e em consequência a saúde humana. Eles entendem a importância do bem-estar animal e as relações interdependentes entre animais e seres humanos.

Pesquisas e projeções preveem uma necessidade constante de futuros médicos e cientistas veterinários, já que estamos inseridos em quase tudo na sociedade. Programas de especialização, como a residência veterinária etão cada dia mais inseridos e diversificados, buscando não somente atingir o mercado Pet, mas também a saúde pública, setor comercial, medicina preventiva e de higiene e inspeção de alimentos.

Futuras oportunidades de emprego refletirão o envolvimento da sociedade em questões de energia, qualidade dos alimentos, saúde humana e qualidade de vida. A medicina veterinária está profundamente envolvida em todas essas áreas.

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PRÁTICA PRIVADA

Uma grande parcela dos médicos veterinários optam pela prática privada, e optam por trabalhar em consultório particular, alguns após passar pela residência veterinária, fornecendo cuidados de saúde para animais de companhia.

  • Prática sozinho ou como parte de uma equipe em uma clínica ou hospital maior.
  • Oferecem muitos serviços, incluindo exames de saúde, vacinas, tratamento de animais doentes, cirurgia e atendimento de emergência.
  • Podem se concentrar em pequenos animais (cães, gatos e / ou animais de estimação exóticos), grandes animais (cavalos e / ou ruminantes) ou trabalhar em uma prática mista de animais com pequenos e grandes portes.

Uma tendencia ainda maior é a especialização de uma área específica, como cardiologia, nefrologia, podendo restringir ainda mais seus interesses em espécies como veterinários de equinos, aves ou felinos. Isso se consegue após pós graduações e residência veterinária.

PESQUISA

A pesquisa fomentada ainda na graduação, e continuada no mestrado podem levar também ao mercado privado, onde a busca por profissionais de pesquisa competentes são constantemente necessários em laboratórios de pesquisa farmacêuticos, universidades e várias agências governamentais.

Esses veterinários investigam problemas básicos e aplicados relativos a animais produtores de alimentos, animais de companhia, animais de laboratório, animais em cativeiro, vida selvagem e várias espécies aquáticas. Por exemplo:

  • Os veterinários de animais de laboratório supervisionam o alojamento, a alimentação, a reprodução e a saúde geral dos animais utilizados em pesquisas.
  • Os veterinários desenvolvem e testam vacinas, soros e outros agentes biológicos para procurar métodos novos e aperfeiçoados de tratamento e controle de doenças em animais e humanos.

EDUCAÇÃO

Milhares de veterinários ensinam em universidades e faculdades. Após decidirem entre residência veterinária ou mestrado, muitos são absorvidos por faculdades privadas, ou públicas. Onde quer que você encontre uma escola de medicina veterinária, uma escola de agricultura ou uma escola de veterinária, é provável que você encontre um veterinário ajudando a disseminar o conhecimento sobre saúde e doença animal. Veterinários em instituições de ensino ensinam os alunos, realizam pesquisas, escrevem para revistas científicas e revistas de consumo e desenvolvem programas de educação continuada.

LABORATÓRIOS DE DIAGNÓSTICO

Fundamental para o tratamento de doenças animais é a necessidade de estabelecer um diagnóstico definitivo. Veterinários especializados em diagnósticos incluem aqueles com treinamento avançado em patologia e microbiologia.

Esses especialistas concentram suas carreiras no desenvolvimento e utilização de equipamentos e técnicas de última geração para analisar amostras como tecido ou sangue. A fim de oferecer serviços de diagnósticos e consultivos precisos, inovadores e oportunos à comunidade veterinária e de saúde animal.

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CONSULTORIA

Várias empresas e organizações empregam veterinários experientes como consultores em tempo integral ou parcial.

Para ser um consultor de sucesso requer habilidades avançadas desenvolvidas através de anos de experiência e treinamento avançado e educação.

Esses veterinários aconselham empresas privadas, como fazendas, laticínios, granjas de avicultura e instalações de processamento de carne. Eles também trabalham com organizações públicas, abrigos de animais, sociedades humanas.

Há oportunidades adicionais disponíveis com os governos estaduais e municipais, organizações sem fins lucrativos e em áreas que exigem experiência em medicina comparada.

RESIDÊNCIA VETERINÁRIA.

Hoje, devido a um crescente aumento do número de escolas veterinárias que promovem programas de residência veterinária, esta se tornou uma opção interessante ao médico recém formado, já que traz uma transição importante para a inserção posterior ao mercado de trabalho.