PodCast #11 – Live – Serviço de Reprodução de Animais de Companhia – Mv. Prof. Luiz Guilherme

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Podcast onde o MV MSc Luiz Guilherme Corsi comenta sobre os Serviço de Reprodução de Animais de Companhia hoje no mercado! Dando dicas e comentando sobre suas experiencias na área!

Acesse nosso link e confira a live completa!

PARTICIPANTES DO PODCAST

 
MV MSc Luiz Guilherme Corsi

 – @lgcorsi

– @vetdadepre

Duração do podcast: 55 minutos e 47 segundos.
Data: 18 de Setembro de 2020.

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PodCast #10 – Live – Cuidados de Enfermagem ao Paciente em Internamento – Mv. Prof. João Amadio

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Podcast onde o Mv. Prof. João Amadio comenta sobre os principais cuidados que se deve ter com pacientes internados. Dando dicas práticas de quando ele atuava no setor de emergência e intensivismo em um hospital veterinário!

PARTICIPANTES DO PODCAST

 

 Mv. Prof. João Amadio
@joao_amadio

Duração do podcast: 1 hora e 02 minutos e 27 segundos.
Data: 28 de agosto de 2020.

Live Completa aqui!

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PodCast #9 – Live – Otite Externa – Mv. Prof. Bernardo Wessler

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Podcast onde o  Mv. Prof. Bernardo Wessler Dragostim conversa sobre a otite externa, explicando seu diagnóstico e tratamento!!

PARTICIPANTES DO PODCAST

 

 Mv. Prof. Bernardo Wessler Dragostim

@bernardowd

Duração do podcast: 1 hora e 36 minutos e 12 segundos. Data: 28 de agosto de 2020.

Live Completa aqui!

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PodCast #8 – Live – Marketing digital para veterinarios em momentos de crise!

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Podcast onde o professor MV MSc Luiz Guilherme Corsi comenta sobre o Marketing digital para veterinários em momentos de crise, dando dicas sobre criação de artes, mídias pagas entre outras coisas importantes para melhorar seu marketing pessoal nessa crise!!

Acesse nosso link e confira a live completa! 

PARTICIPANTES DO PODCAST

 
MV MSc Luiz Guilherme Corsi

 – @lgcorsi

– @vetdadepre 

Duração do podcast: 1 hora e 45 minutos e 43 segundos. Data: 26 de junho de 2020.

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PodCast #7 – Live – Saúde Intestinal

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Podcast onde a professora Carolina Trochmann conversa a respeito da saúde intestinal, falando a respeito dos tratamentos envolvidos, da fisiopatogenia da doença e dicas sobre o tema!!

PARTICIPANTES DO PODCAST

 

Profa. Carolina Trochmann

 – @caroltrochmann

Duração do podcast: 1 hora e 19 minutos e 43 segundos. Data: 19 de junho de 2020.

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PodCast #6 – Live – Antibioticoterapia

PodCast #6 - Live - Antibioticoterapia

Esse Podcast é uma live que o Prof Diogo Ferreira fez a respeito da Antibioticoterapia na medicina veterinária. Citando casos de internamento em pequenos animais e contando suas experiências com diferentes antibióticos, explicado as cases farmacológicas, para saber qual deve usar em determinadas situações.

PARTICIPANTES DO PODCAST

 

Prof. Mv. Diogo Ferreira da Motta

 – @diogomv.ferreira

Duração do podcast: 1 hora e 11 minutos e 47 segundos. Data: 05 de junho de 2020.

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Problemas de ansiedade/Depressão de estudantes

Quando foi anunciado na primavera de 2014 que um estudo da Penn State havia descoberto que a ansiedade havia superado a depressão como o principal problema de saúde mental que os estudantes universitários enfrentavam, a história se tornou manchete nacional.

De acordo com o estudo de mais de 100.000 alunos do Centro de Saúde Mental Colegiada em Universidades brasileiras, mais da metade dos estudantes que visitam as clínicas de saúde do campus listaram a ansiedade como uma preocupação.

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Essa descoberta foi colaborada pelo Levantamento Nacional de Avaliação de Saúde da Faculdade de Saúde da American College Health Association (ACHA) de 2015 , que relatou que quase um em cada seis estudantes universitários (15,8%) tinha sido diagnosticado ou tratado por ansiedade.

A mesma pesquisa constatou que 21,9% dos alunos disseram que, nos últimos 12 meses, a ansiedade afetou seu desempenho acadêmico.

Segundo os estudantes, é fruto de receber uma nota mais baixa em um exame ou projeto importante, ou a reprovação em uma ou mais matérias.

 

O que é normal e quando procurar ajuda?
Todos os alunos se sentem estressados uma vez ou outra, especialmente durante os períodos intermediários e finais. E é normal que os alunos se sintam cansados ocasionalmente também. Então, quando esses sentimentos se tornam motivo para mais preocupação?

“Quando o seu estado de humor interfere com a sua capacidade de funcionar na escola”, diz Hutchinson, “como quando você está descobrindo que não pode ir para a aula-

Você não quer sair com seus amigos ou companheiros de equipe, e você está tendo dificuldade em se concentrar porque você está se sentindo tão angustiado – “é quando queremos chegar e ajudá-lo.”

Sinais de depressão na faculdade

Dentre os vários sinais em que podemos identificar a depressão durante o período letivo na faculdade, separamos os principais em que você deverá ficar atento, confira a seguir:

— Alunos que apresentam sinais constantes de tristeza ao longo do dia;

— Alunos que dizem não ligar para os seus sentimentos;

— Ausência de interesse nas coisas que ocorrem ao seu redor;

— Déficit no foco atencional nas matérias da faculdade;

— Sentimento de culpa constantemente;

— Permanecer na cama por longos dias;

— Ficar sem dormir por vários dias;

— Sentimento de culpa em estar vivo;

Se os alunos estiverem experimentando esses sintomas, eles devem discuti-los com seu médico ou outro profissional de saúde mental.

A experiência com qualquer um desses sintomas não deve ser tomada como um diagnóstico de depressão.

Um profissional de saúde pode ajudar os alunos a determinar se estão enfrentando algum problema de saúde mental e o melhor curso de tratamento.

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Devemos sempre ficar atentos com as diversas mudanças que acontecem no período da faculdade, algumas pessoas costumam ser mais vulneráveis psicologicamente do que outras, devemos sempre ter em mente que a depressão pode vir para qualquer pessoa e ninguém é em si imune.

CONQUISTAR UM SONHO DE CURSAR MEDICINA VETERINÁRIA E SE DAR CONTA QUE, DEVIDO AS PRESSÕES, VOCÊ ESTÁ PASSANDO POR SÍNDROMES DE ESGOTAMENTO DA PROFISSÃO É DEVASTADOR.

Lidar com uma nova vida, a de estudante universitário, não é tarefa fácil para a maioria das pessoas. Pressões de provas e as responsabilidades de se morar sozinho pode despedaçar o sonho de se tornar médica veterinária. Para quem já se formou pode ser ainda mais devastador. Pressões dos tutores cada dia mais esclarecidos e exigentes, tanto na prática em clínicas particulares, como em residências, levam a síndromes de esgotamento profissional muito estudadas hoje em dia.

O burnout é uma delas, e é uma síndrome definida por três facetas: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal.

Exaustão emocional resulta do uso de si mesmo como uma ferramenta na solução dos problemas do cliente. O estado de exaustão emocional leva à capacidade diminuída de se conectar com os clientes em um nível emocional.

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A despersonalização é melhor descrita como a desumanização de clientes – quando nossas atitudes em relação a elas e nossa percepção delas são cínicas e insensíveis.

A despersonalização tende a se desenvolver paralelamente ou em consequência do esgotamento emocional.

Por fim, a realização pessoal reduzida é a crença de que o trabalho de alguém não tem um impacto positivo ou não tem significado.

ENTÃO, O QUE É QUE DEIXA MUITOS VETERINÁRIOS “ANSIOSOS” NO TRABALHO E EM CASA?

Muitas vezes, a fonte é externa. O estresse das pressões organizacionais e / ou um ambiente de trabalho difícil pode se manifestar em sintomas emocionais ou físicos – raiva, tristeza, falta de concentração, incapacidade de dormir.

O estresse crônico tem sido culpado pelo ganho de peso, porque o estresse produz cortisol e concentrações elevadas de cortisol podem promover o armazenamento de gordura no abdômen profundo.

Isso pode ser muito frequente logo no início da profissão veterinária, como nos programas de residência veterinária, que possui uma carga horária elevada e grande pressão.

O problema também pode derivar de dentro – da própria natureza de ser uma pessoa interessada em uma profissão de cuidado.

A Dra. Lisa Miller, ex-presidente do Comitê de Bem-Estar da AVMA e membro do corpo docente do Atlantic Veterinary College, da University of Prince Edward Island, observa que existe até um nome para o problema de cuidar dos outros à custa de si mesmo: “fadiga da compaixão”. ”

FADIGA DE COMPAIXÃO

Fadiga de compaixão resulta quando um indivíduo está esgotado de recursos emocionais internos. Pessoas em profissões de cuidado, especialmente aquelas que trabalham em situações de emergência, podem ser vulneráveis.

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“Por causa da natureza carinhosa de nosso campo, alguns de nós praticam nossa empatia ao extremo, em detrimento de nós mesmos”, diz o Dr. Miller. “Se não enchermos nosso ‘balde de empatia’ de vez em quando, acabamos”.

ESCLARECENDO

Ao contrário do burnout, a fadiga da compaixão não é situacional. É trazido em resposta aos pacientes e / ou clientes. Tirar folga ou encontrar um novo hospital para trabalhar não vai curar a fadiga da compaixão com a qual você pode estar sofrendo.

A melhor maneira de combatê-lo é abordar a questão de frente e, muitas vezes, isso significa pedir ajuda. Os assistentes sociais veterinários e os profissionais de saúde mental podem ajudar a aliviar muitos dos sintomas da fadiga da compaixão e iniciar o caminho para a recuperação.

Fadiga de burnout e compaixão pode afetar todos nós de maneiras diferentes e encontrar o remédio às vezes pode parecer impossível.

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Alcançar os outros pode ajudar; falar sobre as maneiras pelas quais superamos esses obstáculos pode ser esclarecedor para os profissionais veterinários que estão reconhecendo que são afetados.

O primeiro passo bem-sucedido no combate ao esgotamento e fadiga da compaixão, no entanto, é aprender as ferramentas para evitá-lo.

Tire um tempo todos os dias para sair da sua cabeça e ter um momento de paz.

Mantenha uma linha aberta de comunicação com seus colegas de trabalho para que o estresse não se acumule. Se não estiver satisfeito com as suas condições de trabalho atuais, altere-as e encontre um novo emprego.

Descanse bastante, não se esqueça de tirar uma folga regularmente e encontrar um equilíbrio saudável entre trabalho e vida.

Você deseja realizar a prova da residência? Venha se preprarar conosco!!

Entrevista com profissionais – Prof. Diogo da Motta Ferreira

Entrevistamos o Medico Veterinário  Diogo da Motta Ferreira, formado na UFPR, realizou residencia na UTP na área da Anestesiologia Veterinária…E não parou por ai, fez especialização em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais . Hoje trabalha como professora da Veteduka e docente do curso de medicina veterinária da UTP.

A ENTREVISTA!!

P: Ao fim da graduação você se sentia insegura quanto ao início da tua carreira?
R:Sim, apesar de durante a graduação ter participado da rotina do hospital veterinário da UFPR e de sempre ter feito estágio fora da universidade, sentia que havia falta de algo e entendi que esse algo era experiência. É possível adquirir experiência no dia a dia, mas na residência existe um grupo de orientadores que te mostram as melhores soluções e te ajudam a crescer.

P: Você acha que construir um currículo desde cedo é importante? Como o aluno pode fazer isso?
R: Em toda entrevista que fiz sempre foi analisado o currículo, tanto as coisas que fiz, como as que não consegui fazer, então diria que o currículo é primordial para uma colocação no mercado e quanto mais cedo se iniciar o preparo desse currículo para sua área de interesse melhor o currículo será avaliado.

P: Faz sentido fazer cursos de atualização desde a graduação? Cursos EAD podem ser uma opção?
R: Com certeza. Eu entendo que um professor universitário tem a missão de mostrar um caminho, existem aquelas pessoas que seguiram o caminho apenas pelas instruções dadas, mas o profissional que chama a atenção do mercado é aquele que não se contenta com isso e vai além. Sempre sugiro que as pessoas busquem mais informações pelas suas áreas de interesse e os cursos a distância são uma ótima forma de se atualizar com professores experientes e, muitas vezes, que tem ideias que complementem e ampliem aquelas apresentadas em sala de aula.

P: Você considera a realização da tua residência ter sido importante na tua carreira? Porque? Qual o principal beneficio que ela trouxe?
R: Eu sou muito grato pela oportunidade que tive durante a residência. A experiência adquirida não apenas me ensinou a trabalhar melhor como médico veterinário e anestesista, mas também me ajudou a ser um solucionador de problemas, a pensar fora do óbvio e buscar soluções para situações singulares. Além disso, os contatos que adquiri durante a residência, de professores que já eram conhecidos pelo mercado, me ajudaram a conseguir minha primeira colocação fora do programa de residência. Particularmente, em um estágio que fiz na argentina, no final do programa de residência, me fez perceber que o programa do qual participei me deixou muito preparado, inclusive sendo um fato apontado pelos orientadores do estágio na universidade de Buenos Aires. O período de residência é de muito aprendizado, mas não se engane, esse período é tão bom quanto sua dedicação ao programa.

P: Quando e porque optou pela especialidade que atua?
R: Só optei pela especialidade no final da graduação, estava me preparando para outra área anteriormente, mas surgiram oportunidades na área de anestesiologia e resolvi aproveitar. Depois de entrar no programa me dediquei a mostrar aos orientadores que eles não se decepcionariam com minha aprovação e me atualizei o máximo possível dentro da especialidade.

P:Os focos de quem quer fazer residência ou mestrado são diferentes? Qual o foco de cada um desses programas?
R: Inicialmente eu diria que são diferentes. O programa de residência ou aprimoramento profissional é mais voltado para as necessidades do mercado de trabalho, sendo que nesse programa existe dedicação muito grande à rotina. Os programas de mestrado e doutorado são voltados para pesquisa e ensino, muito mais interessante para aqueles que seguirão a docência, entretanto, vale lembrar que possuir uma residência aumenta a pontuação de currículo e as chances de entrada em uma vaga de mestrado.

P: Quando resolver empreender?
R: Já fui sócio em duas empresas, atualmente estou desligado de ambas, precisei focar meus esforços na docência. Todo veterinário deveria ter uma noção de empreendimento, até para entender quais as necessidades de uma empresa e quais atitudes auxiliam na manutenção da saúde da empresa.

P: O desafio para começar a empreender foi mais relacionado a recursos financeiros, ou ao medo de não dar certo?
R: Principalmente medo, mas acho que isso vem muito do não conhecimento do empreendedorismo. Muitos médicos veterinários, inclusive que possuem clínicas, não entendem o que é empreender e como manter a empresa funcionando. Atualmente existem cursos que podem te ajudar a tomar essas decisões, mas no final sempre fica aquela ponta de apreensão.

P: Quais são os horizontes de evolução da sua especialidade?
R: A anestesiologia veterinária e o intensivismo (área correlata) estão vivendo um período de grande expansão e novos desafios. O anestesista que acha que usar inalatório é a técnica mais segura está com seus dias contados e o intensivista que não conseguir avaliar e tirar proveito de um exame de hemogasometria terá muita dificuldade, esses são dois exemplos de como precisamos nos aprimorar cada vez mais. O futuro dessas duas áreas é vasto e as perspectivas são enormes: ventilação mecânica, unidade de terapia intensiva, bloqueios guiados com neurolocalizador ou ultrassonografia, o uso de ecocardiografia transoperatória e na beira de leito, além de outras técnicas que já estão em uso em alguns centros e que serão difundidos brevemente.

P: E os desafios da medicina veterinária?
R: Para o médico veterinário o desafio está em trazer um serviço de qualidade baseado em conhecimento e experiência para um público cada vez mais exigente. Continuar a se aprimorar mesmo tendo uma rotina de trabalho pesada. E principalmente, identificar o que deve ser feito para que a empresa, na qual estou trabalhando, cresça, lembre-se sempre que quanto maior for o crescimento do local no qual você trabalha maior será o seu crescimento profissional.

Eu gostaria de finalizar dizendo que o período de residência ou aprimoramento é um período de grande aprendizado, mas também é um período de muito trabalho. Esteja pronto para fazer pequenos sacrifícios e foque no aprendizado, não fique apenas na mesmice, aprenda, inove, discuta e cresça para assim ser notado pelo mercado.

Dicas importantes de como estudar para provas!!

Existem métodos e conselhos adaptados para cada pessoa. Desta forma, estudar bem é primeiro conhecer-se bem. Ser eficaz é organizar-se e escolher métodos de trabalho que se adequem a você. Assim sendo, você terá resultados que correspondem às suas expectativas.

Link: https://pixabay.com/pt/beijing-biblioteca-preto-e-branco-1877354/

Organizar-se antes de começar e conhecer seus próprios limites de concentração.

Se você estuda para passar em uma prova, é importante analisar o tempo que você tem até os testes, e assim, organizar você de acordo. Não é permitido revisar no último momento.

Testar suas habilidades de concentração permitirá que você estude com mais eficácia, conheça seus próprios limites antes de começar.

Seja e fique positivo

Para ajudá-lo a ser positivo, lembre-se destas coisas:

  • Você estuda para aprender, escolheu esses estudos e é um prazer enriquecê-lo com novos conhecimentos.
  • Você diz e repete que terá sucesso porque gosta desse aprendizado que lhe permitirá praticar o trabalho que está considerando para você.
  • Você terá sucesso porque trabalha com coragem, entusiasmo e motivação.
  • Não se preocupe com outros alunos. Tenha em mente que cada indivíduo tem seu próprio ritmo, não se compare aos outros. Trabalhe como quiser com base nas suas habilidades de concentração.
  • Não se concentre nos resultados que você precisa alcançar; isso traz estresse. Concentre sua energia positiva em seus estudos e os métodos que você usará e adaptará para você.

Prepare um plano de estudos

Você sabe a quantidade de materiais que você precisa para estudar e seus limites de concentração.

  • Projetar uma agenda de estudos e revisões em plena consciência de suas habilidades de concentração.
  • Defina seus estudos por mês, por semana e por dia para cada assunto. Ao se organizar, você economizará muito tempo e reduzirá muito seu estresse.
  • Faça uma lista precisa do que você estudará em relação à sua agenda durante a sessão e verifique como ela é feita.
  • Não se esqueça de incluir o horário na sua agenda para ventilar sua mente, respirar, caminhar ou praticar esportes pelo menos três vezes por semana.
  • Inclua um estilo de vida saudável em sua vida diária, coma bem e durma bem. Estar fisicamente e intelectualmente apto para melhorar a memória.
  • Respeite sua agenda de trabalho e relaxamento regularmente. Revise ao mesmo tempo que permite a autodisciplina. Você terá orgulho de cumprir tudo isso.

Use vários métodos de revisão

Experimente vários métodos para ajudar você a entender e definir os que funcionam melhor para você. Variar os métodos também é aprender com mais prazer, é dar todas as chances de sucesso.

Alguns lembretes dos melhores métodos de aprendizagem.

  • Leia as informações e faça anotações, faça cartões, etc.
  • Repetição de inscrição em folhas brancas
  • Crie adesivos para por na geladeira
  • Mapeamento mental: para entender e reter informações de forma sustentável
  • Lei de Pareto: Selecionando o essencial para lembrar
Link: https://pixabay.com/pt/mulher-livro-ler-biblioteca-young-2701154/

Recursos de ajuda mútua

Enriqueça seu aprendizado aprendendo de maneiras diferentes. Busque informações adicionais.

  • Procure ajuda de professores
  • Pesquise documentos ou livros na biblioteca
  • Faça perguntas ao seu colega mais próximo
  • Trabalhe em um grupo de estudantes para trocar

 

Muitas pessoas se dão bem estudando em grupo, outras não. Avalie o seu caso.

 

Fontes

 

https://estudareaprender.com/10-dicas-para-estudar-e-aprender-mais-facil/

 

https://www.hotcourses.com.br/study-abroad-info/essentials/dicas-sair-bem-nas-provas/

 

https://www.unasp.br/blog/como-estudar-para-provas/