VeteduKa Cast 2 – Bate papo sobre o tema “Me formei, e agora?!”

Nesse podcast conversamos com um aluno que está se formando, Lucas Brunken Hertel, outro que vai cursar Medicina Veterinária, Luca Scheidt de Oliveira, um veterinário formado e ex residente, João Amadio, e uma veterinária que se formou a pouco tempo e trabalha na área comercial.

Dentre os assuntos abordados focamos mais nos desafios de ser um recém-formado, nos desafios de estar se formando e o que pode ou poderia ter sido feito para melhorar!!

PARTICIPANTES DO PODCAST

João Amadio – Host

Luca Scheidt de Oliveira – Entrevistado

Lucas Brunken Hertel – Entrevistado

Mariana Carnevalle Amadio – Entrevistada

Auto-sabotagem: você faz isso com si mesmo?

Todo mundo já deixou para depois o que poderia ser feito hoje, ou, até pior, deixou para depois algo que PRECISAVA ser feito hoje. Alguns aprendem com o erro, outros não. Uns tentam justificar dizendo que é “coisa de brasileiro”, outros, de preguiçoso, já alguns atribuem a culpa a qualquer frustração, por mais insignificante que ela seja. E por aí vão as desculpas, qual é a sua?

Independente do motivo, isso pode resultar em uma catástrofe irreparável ou apenas em uma dorzinha de cabeça. Mas o que você faz para fugir dessa questão? Prefere deixar para lá e ficar esperando o que foi acumulado acabar com tudo? Ou passa noites e noites acordado até conseguir resolver a pendência?

Tenho uma boa e uma má notícia:  A boa é que procrastinar seu compromisso para outro dia não é algo tão grave. Uma, duas, ou até mesmo três vezes é compreensível, desde que a tarefa se encontre dentro do prazo estabelecido para conclusão. Já diziam os avós “a pressa é inimiga da perfeição”. Nós tendemos a ter os piores retornos possíveis quando fazemos as coisas às pressas. A má notícia é que essa procrastinação se torna um hábito, e quando ela se tornar, você vai começar a se acostumar com ela, afinal, “se hoje não teve problema, amanhã também não vai ter…”

Quando falamos de estudos então, esse hábito dever ser banido, já que para essa tarefa você necessita de concentração e tempo. Se você estiver estudando em um curso preparatório, isso deve ser levado ainda mais a sério!  Pois o tempo que você perdeu é exatamente o tempo que seu concorrente aproveitou.

É obvio que existem diversos motivos para que esse desinteresse ocorra, dentre eles estão os problemas emocionais, os quais devem ser acompanhados por médicos especializados e psicólogos, além da união e compreensão de amigos e familiares.

Outro motivo muito comum é quando o assunto não nos desperta tanto interesse, mesmo se tratando de algo importante. Para algumas pessoas, temas de estudo que não agradam tendem a ser um fardo gigantesco e cansativo. Uma dica valiosa para estes momentos é: faça o quanto antes, pois se houver a necessidade de fazer alguma revisão, o tempo não estará a seu favor se deixar paras últimas horas.

Mas como conseguir me organizar para concluir meu objetivo?

Entender seu perfil é o primeiro passo a ser tomado. Alguns rendem mais no período da manhã e outros durante a tarde ou noite. Diante disso você conseguirá criar uma rotina, uma importante aliada para a sua organização. Se planeje para conseguir fazer suas tarefas no seu tempo livre, preferencialmente em seu período mais produtivo.

Se você é daqueles que se distraem com muita facilidade, deixe o celular, aplicativos e redes sociais de lado por um tempo. Interromper uma linha de raciocínio por decorrência de coisas insignificantes, como notificações de redes sociais, pode ser algo decisivo para seu sucesso ou fracasso na tarefa.

Faça uma coisa de cada vez. Não interrompa uma ideia para iniciar outra. Você pode misturar as duas ou não evoluir em nenhuma delas. Já dizia o ditado “mais vale um passarinho na mão do que dois voando.”

Se a tarefa for muito extensa, seja cauteloso e não se puna. Ao invés disso, se organize! Dependendo do seu cansaço mental, um dia “perdido” para descansar pode ser o que você precisa para salvar um projeto.

Sempre deixe por perto um lanchinho para beliscar. Nosso cérebro precisa de glicose para ter um bom funcionamento, mas isso não significa que deva consumir açúcar, hein?! Deixe um copo de suco sempre à mão, ou uma fruta, um cafezinho, ou até mesmo uma garrafinha de água. Fazendo isso, você se sentirá bem mais confortável para realizar sua tarefa!

Nunca deixe de ter um “dia do lixo”, não é só a dieta que tem que sair do ritmo, sua mente também merece descanso! Faça uma maratona de series, saia com os amigos para se divertir, faça uma corrida ou cozinhe seu prato favorito. Enfim, crie momentos de satisfação, isso sem dúvida fará toda diferença no dia seguinte, contando que você retome a rotina e continue de onde parou para conquistar seu objetivo!

Autora: Mariana Amadio

Me formei! E agora?

O momento da formação é um dos mais assustadores durante a faculdade. Estou pronto para o primeiro emprego?

É um sentimento que começa como um nó no estômago e se eleva através do seu corpo, parando em um nó na parte de trás da garganta. Preocupação – das ansiedades cotidianas ao pânico total – é um sentimento que todos experimentamos em relação a uma gama completa de problemas. Mas, para os alunos, há uma ansiedade que vem e volta nas suas cabeças: encontrarei emprego quando me formar? Passarei na residência veterinária? Que caminho devo seguir?

Para todas as dicas de empregabilidade no mundo, não há como escapar do fato de que a perspectiva de deixar a universidade e encontrar um emprego pode ser assustadora.

“Ainda estou um ano longe da graduação, mas o desemprego é algo com o qual me preocupo diariamente”, dizem a maioria dos estudantes de medicina veterinária.

Uma pesquisa descobriu que, para 26% dos estudantes, o emprego de pós-graduação foi um dos principais fatores desencadeantes de sofrimento mental. Preocupar-se em conseguir um emprego está deixando muitos estudantes insatisfeitos.

Na medicina veterinária não é diferente. Devido a um aumento significativo de cursos de medicina veterinária no Brasil, a concorrência aumento assustadoramente nos últimos anos, tornando uma dificuldade de se posicionar no mercado de trabalho.

Do outro lado, o mercado brasileiro cresce vertiginosamente, se inovando, e trazendo novas oportunidades antes não existentes: Setor comercial de vendas, startups de tecnologia, aumento do número de programas de residência veterinária, entre outros.

Veja aqui um artigo sobre o mercado veterinário no Brasil.

É normal estar ansioso sobre o seu futuro, e é importante perceber que você não está sozinho.

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Natalia, uma estudante de aconselhamento, diz: “Pode ser muito assustador pensar nisso. O medo e a preocupação do futuro podem me deixar chateada e, às vezes, irritada com os outros que têm emprego – embora eu saiba que não é culpa deles”.

Construir uma rede de apoio na universidade pode realmente ajudar. Seus amigos provavelmente estão se sentindo da mesma maneira, então pode ajudar a falar com eles sobre suas preocupações. Com certeza você não está sozinho nessa difícil fase.

Faça uso total do suporte disponível na universidade.

Em algumas faculdades já tem na disposição do seu campus um local específico de tratamento psicológico para os alunos, como é o caso da faculdade Pitágoras em São Luís – Ma.

Caso a sua faculdade venha a disponibilizar suporte, seja ele psicológico ou de orientação profissional é de suma importância que você faça total uso desses suportes enquanto estuda nessa instituição.

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Formar um bom currículo durante a faculdade pode fazer diferença!

Para recém-formados com pouca ou nenhuma experiência de trabalho, atividades extracurriculares podem demonstrar habilidades importantes que são altamente valiosas no local de trabalho.

 

Veja aqui de que maneira você pode construir um currículo!

Eles também ilustram a capacidade de um indivíduo de gerenciar seu tempo e, muitas vezes, mostram um conjunto de habilidades leves e bem desenvolvidas em relação à liderança, treinamento, envolvimento da comunidade ou capacidade de jogar em equipe.

Uma das melhores opções que o recém formado em medicina veterinária tem logo após a formação é a residência veterinária. Ela trará conhecimento prático e técnico, com um suporte de orientador pelos primeiros dois anos de profissão. Isso pode ser uma transição interessante para enfrentar o mercado profissional.

 

Conheça nosso Curso Preparatório para Residência Veterinária!

O que me preocupar na busca pelo primeiro emprego veterinário

Buscar o primeiro emprego não é uma tarefa das mais fáceis e requer alguns cuidados. Veja aqui dicas para se dar bem nesse momento.

Independente da área de atuação, seja na busca por uma vaga na prática privada, uma vaga na residência veterinária, deve-se antes de iniciar um processo de seleção pensar sobre o “cargo” a ser contratado, e por isso o empregador recrutador faz um levantamento das principais atividades, responsabilidades e então define quais competências técnicas e comportamentais serão necessárias.

Um candidato melhor preparado será sempre aquele que estudar a vaga e se apresentar de acordo com ela. Então como se preparar?

Podemos pesquisar na internet e rapidamente teremos alguns modelos. Então estude e analise as informações e veja quais conhecimentos técnicos e competências comportamentais  poderão te destacar no processo para a vaga.

Currículo

O primeiro contato do recrutador com você é através do currículo, muitas vezes é ele que vai fazer com que você seja chamado ou não para entrevista, portanto se dedique a escrevê-lo bem.

Precisa ser compatível à vaga, é comum termos mais de 1 currículo ativo, ao se inscrever e analisar o cargo, você precisa adequar os dados de acordo com o perfil desejado.

O currículo obviamente precisa conter apenas informações verdadeiras, pois na entrevista todos os dados poderão ser reavaliados e confirmados pela entrevistadora.

Preparamos um artigo de como construir um currículo para arrasar no primeiro emprego veterinário! Clique aqui!

Quando estamos iniciando nossa carreira, podemos pensar que o currículo ficará vazio e não chamará atenção de ninguém, porém a trajetória acadêmica com certeza poderá ser considerada como experiência. Por isso atividades voluntarias, estágios, monitoria são tão importantes já no início da carreira, principalmente se sua busca for a residência veterinária.

Apresentação pessoal

É mais um ponto que precisa estar compatível para vaga, se estiver adequado dará a impressão de coerência e segurança e se inadequado poderá ser interpretado como insegurança, despreparo e até falta de comprometimento com a vaga, portanto, é interessante que você verifique como as pessoas daquele local se vestem, se não for possível opte então por roupas sociais, mas sem exageros. Os homens não devem usar bonés, chapéus, agasalhos ou moletons e as mulheres devem evitar roupas extravagantes, curtas, decotes e maquiagens fortes. Não precisa ir de branco também na entrevista da residência ok!

Entrevista

Antes mesmo de ser convocado para uma entrevista, o recrutador estará te avaliando pesquisando suas redes sociais.

Ao ser convocado para uma entrevista, normalmente por telefone, o entrevistador já inicia a avaliação, verificando a forma com que se expressa, as perguntas, o interesse e a disponibilidade para o processo, então neste primeiro contato você já deve estar atento às informações, ser simpático e evitar perguntas referentes a valores. Anote o dia, horário e local da entrevista para evitar atrasos no dia do processo. Em vagas de processos seletivos, como a residência veterinária, essa data já deve estar descrita no edital, fique atento. Em seguida comece a pesquisar sobre a empresa, isso demonstrará o seu interesse com a oportunidade.

Se você tiver se preparado com as dicas anteriores, certamente estará se sentindo mais seguro e isso ficará evidente durante a entrevista,  se possível treine sua fala,  com um colega, alguém da família ou sozinho em frente ao espelho, sempre baseado na descrição do cargo que falamos acima, por ser um momento tenso podemos nos atrapalhar e se estiver bem treinado, você correrá menos riscos.

Na entrevista você terá que falar sobre sua área profissional, acadêmica e a pessoal e é está ultima normalmente que as pessoas acabam indicando despreparo, pois ela exige certo auto conhecimento e dedicamos pouco tempo para isso. Pensando desta forma se o recrutador iniciar perguntando “quem é você” ou “me fale sobre você” sabe como seria a sua resposta? Quantos dados você será capaz de elaborar sobre um produto  que você deveria conhecer tão bem, por isso eu reforço mais uma vez a importância do treino, é nele que você fará a cara de dúvida ou cara de não sei mais o que falar. Baseado na Descrição do Cargo você elaborará respostas, evidentemente verdadeiras, que evidenciarão o seu perfil para determinada competência, é basicamente destacar seus pontos fortes para o cargo em questão.

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10 dicas de como se engajar estudando em EAD

1. Definir uma rotina de estudo semana
Sem a estrutura de palestras e tutoriais, permanecer motivado pode ser um desafio.

Por isso, crie uma rotina de estudo para si mesmo (por exemplo, 2 horas nas segundas e quartas-feiras à noite), isso o ajudará a ser disciplinado e a atender às suas necessidades de estudo.

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Sua rotina deve corresponder aos objetivos do estudo que você deseja atingir, tanto semanal, quanto a longo prazo.

2. Crie um espaço de estudo
Você nunca vai fazer seu estudo no sofá! Em vez disso, crie um espaço de estudo que seja livre de distrações e que seja puramente usado para estudar.

Você pode ter um escritório ou escrivaninha em casa. Uma ótimo opção é escolher estudar em uma biblioteca ou café local.

3. Leia o seu guia de estudo
Seu guia de estudo é onde você encontrará todas as informações sobre sua unidade.
Ler isso antes de começar a estudar lhe dará uma ideia melhor sobre o que esperar e como estruturar seu tempo de estudo.

4. Consulte seu tutor
O segredo para obter o máximo do seu tutor de educação à distância é se comunicar e interagir com ele o máximo possível.
Se você está lutando com um determinado tópico ou não entende as leituras, é recomendável contatar seu tutor.
Lembre-se, seus tutores estão lá para ajudá-lo a aprender – use-os! Por isso, é muito importante que você busque cursos que disponibilizem tutores para o esclarecimento de suas dúvidas

5. Gerenciar seus prazos
Definir e gerenciar prazos é crucial para qualquer estudante de educação a distância.
Estabeleça prazos para se certificar de que você complete todas as tarefas do curso de maneira correta e no prazo proposto.

Encontre uma maneira de gerenciar seus prazos, usando um calendário, um planejador de parede ou um diário on-line.

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6. Participe de discussões em grupo
Muitos cursos à distância mantêm fóruns de grupo ou tutoriais online para complementar a aprendizagem. Para alguns cursos, esses tutoriais também podem ser realizados no campus, uma ou duas vezes por semestre.

Faça um esforço para participar dessas discussões o máximo possível. É uma ótima maneira de aumentar seu aprendizado, compartilhando ideias e se conectando com outras pessoas.

7. Conheça seus colegas estudantes de educação a distância
Dependendo do seu curso, também pode ser possível trocar comunicações com outros alunos de educação à distância fora dos grupos de discussão. Por exemplo, via e-mail, Skype, telefone.

Esta pode ser uma ótima maneira de fazer novos amigos. Conversar confidencialmente sobre a unidade, estudar e / ou aprender à distância em geral. Você pode até encontrar um amigo de estudo!

8. Faça pausas

Você estuda bastante por 25 minutos sem distrações e depois leva 5 minutos para se refrescar e alongar. Essa técnica tende a resultar na obtenção de melhores resultados.

Essa é uma forma de fazer seu tempo valer a pena enquanto esta estudando. Não adianta você passar duas horas lendo alguns textos e não absorver nada, não é mesmo?

9. Controlar a procrastinaçãoComo estudante de ensino à distância, você provavelmente estuda junto com outros compromissos. Você pode ter um emprego, criar uma família ou ambos!

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Isso significa que você não tem tempo para procrastinar. Nesse caso, o foco no objetivo será seu melhor amigo.

10. Peça ajuda em casa

Haverá momentos em que seu ritmo de estudos terá que ser maior, por exemplo na semana de provas.

Converse com seus pais, esposa ou esposo para ajudar você em algumas tarefas que sejam suas! Peça para alguém fazer a janta em um dia na semana para que você tenha pelo menos mais uma hora para estudar para sua prova.

Como estudar em EAD pode impactar positivamente seu currículo e carreira

O ensino a distância continua a ser uma opção de estudo popular e continua a ser a principal alternativa se você quiser continuar sua educação sem ter que passar pelo convencional aprendizado em sala de aula.

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Cursos on-line, sem dúvida, oferecem muita liberdade e flexibilidade. Se você está considerando, é provável que você já tenha um emprego ou outros compromissos dos quais não quer desistir, ao mesmo tempo em que busca melhorar sua educação.

E isso está perfeitamente entendível. É para isso que os programas online são, afinal.

Eis por que a educação on-line pode ser uma mudança de jogo para você. Você começa a estudar no seu próprio ritmo e revisa as aulas sempre que quiser.

Você pode escolher os módulos e tópicos nos quais deseja se concentrar. Você consegue economizar tempo e dinheiro.

Uma ampla gama de escolhas
A educação on-line está disponível para uma ampla variedade de tipos de cursos. Você pode seguir apenas um curso on-line, fazer um treinamento vocacional e de habilidades ou cursar programas completos de bacharelado e mestrado.

E você pode fazê-lo em universidades exclusivamente on-line e em instituições de prestígio estabelecidas que introduziram cursos online.

 

Como estudar em EAD pode impactar positivamente seu currículo e carreira?

Sabemos que ao longo da nossa graduação o tempo é muito corrido e na maioria das vezes não sobra tempo nem mesmo para que possamos curtir um final de semana.

Mas afinal de contas, como os estudos EAD podem impactar de forma positiva em sua carreira?

A resposta é simples, os cursos EAD servirão como forma complementar para o seu currículo, uma vez que quando você terminar a sua graduação não terá apenas a sua graduação mas também os cursos complementares para colocar em seu currículo.

Essa é uma forma de agradar o empregador na hora de buscar emprego no mercado de trabalho, fazendo com que você tenha mais chances de ser contratado(a).

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Os benefícios do ensino em EAD

 

Muita flexibilidade

Com cursos de ensino à distância, os alunos podem concluir seu trabalho em qualquer lugar, desde que haja um computador e uma conexão com a Internet.

Isso permite que os alunos trabalhem quando e onde for mais conveniente para eles, sem ter que espremer classes programadas para uma vida já ocupada.

Sem transporte

Fazer um curso on-line pode ser uma maneira de reduzir custos com gasolina ou transporte público. Como os alunos muitas vezes podem trabalhar em casa para concluir suas tarefas, o tempo e o dinheiro são poupados para cortar as viagens de ida e volta para a aula.

Numerosas escolhas para escolas

Mesmo se você mora em uma comunidade com pouca ou nenhuma faculdade, o ensino a distância permite que você escolha entre uma grande variedade de escolas para completar sua educação.

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Você pode encontrar escolas on-line que se especializam em seu campo específico ou que podem oferecer uma excelente educação geral. De qualquer maneira, suas opções de educação serão grandemente expandidas.

Custos reduzidos

Os preços dos cursos on-line são geralmente mais baratos do que os de seus colegas no campus e você não precisa se preocupar com viagens, mudanças ou planos de refeições no campus.

10 Dicas para uma mente saudável na faculdade

Entre os exames, longos artigos e a manutenção de uma vida social ativa, muitos estudantes universitários acham que não conseguem encontrar tempo para manter a saúde e o bem-estar pessoal até que a doença os prenda.

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Com a maioria das faculdades fornecendo cuidados de saúde e atividades físicas intermináveis para os estudantes, manter-se saudável na faculdade é mais fácil do que você pode imaginar.

Aqui estão algumas dicas para ajudar os alunos a aproveitar ao máximo os recursos e garantir que eles permaneçam saudáveis e livres de doenças durante o período de educação.

1. Desenvolva uma rede de suporte.

Forme um grupo de amigos próximos. Fique em contato com sua família. Conheça seus conselheiros e instrutores. Quanto mais pessoas você conhecer na sua faculdade, mais conectado com ela, você se sentirá.

2. Durma o suficiente.

O sono é vital para o seu bem-estar mental. Vá para a cama a uma hora razoável. Acorde mais ou menos na mesma hora todos os dias. Mantenha seu quarto escuro e quieto à noite.

 

3. Varie suas refeições.

Quando o refeitório tem suas comidas favoritas diárias, pode ser fácil variar entre os favoritos todos os dias.

Mudar sua dieta no dia-a-dia é uma parte importante da boa nutrição, então aproveite a variedade de seleções disponíveis para você.

 

4. Tomar café da manhã.

Comece o seu dia com uma boa refeição quando se levantar. Não importa se você está saindo da cama ao meio-dia ou na madrugada para a aula, certifique-se de começar o dia com uma refeição equilibrada e saudável.

 

5. Mantenha lanches saudáveis por perto.

É fácil comer saudável se você mantiver os Cheetos à distância e estocar seu dormitório com frutas e outros lanches saudáveis.

Lembre-se, se você mantiver os alimentos corretos perto de si, não haverá a famosa “tentação”, fazendo com que a alimentação saudável se torne mais fácil.

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6. Beba moderadamente.

Enquanto os estudantes universitários são conhecidos por suas festas, você ainda pode ter um bom tempo sem consumir todas as calorias que vêm junto com a cerveja.

Além de evitar as ressacas e outros efeitos negativos. Beba com moderação e você pode ter um bom tempo sem ferir sua saúde.

 

7. Não lute contra o estresse comendo.

Pode ser tentador pegar um saco de batatas fritas ou alguns biscoitos quando você está estressado com um exame iminente.

Comer não vai ajudar seu estresse a desaparecer, então evite se encher de besteiras. Tente treinar ou fazer uma pausa.

 

8. Evite o abuso de substâncias.

É fácil exagerar quando você é estudante. Mas o uso excessivo de drogas e álcool coloca você em grave perigo físico e mental. Se você não conseguir controlar suas ações, junte-se a alguém que possa.

 

9. Procure ajuda profissional.

Você não está sozinho. Muitas pessoas podem ajudar. Converse com um adulto de confiança sobre suas preocupações. Ou visite os Serviços ao Estudante.

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10. Tome vitaminas.

Se você sentir que não está recebendo a nutrição que precisa da sua dieta, não hesite em suplementá-la com algumas vitaminas para se manter saudável e livre da doença.

Enriquecimento Ambiental Para Animais

Podemos dizer que nos tempos de hoje os animais de companhia estão sendo “humanizados” por nós, sendo considerados cada vez mais como um “filhinho peludo”, andando ate de berços e de cadeirinhas!! Quando falamos de animais de produção, como os bovinos, pensamos que são animais insensíveis, mas o que nós observamos quando fornecemos algum estimulo para eles, é que são animais brincalhões e que necessitam de enriquecimento ambiental até mesmo para aumentar sua produtividade. Enriquecimento ambiental é considerado o melhor tratamento para as principais alterações comportamentais vista hoje nos animais. Como o próprio nome nos diz, está relacionada com o ambiente em que eles vivem, sendo muito utilizado em zoológicos como meio de “satisfazer” as necessidades dos animais presentes nos zoológicos, tornando assim o ambiente mais favorável para que eles possam expressar sua verdadeira natureza.

Os descendentes dos cachorros, por exemplo, eram os lobos, animais que passavam boa parte de seu dia andando atrás de alimentos com suas matilhas, constituídas essas por um líder e por seus seguidores. Muito dos cachorros que temos hoje ainda sentem a necessidade de serem o líder da matilha ou de viverem em matilha, mas infelizmente a realidade que temos hoje é a falta de tempo e espaço fornecidos para nossos “animaizinhos”, favorecendo assim o aparecimento de animais solitários e problemáticos.

Cada animal e espécie possuí uma característica comportamental específica, sendo necessário dentro do enriquecimento ambiental trabalhar essas características individualmente utilizando métodos diferenciados dependendo do animal, como a técnica “Feline Friendly Handling” que nada mais é do que você trabalhar com o felino de uma forma a evitar o estresse, transformando a consulta, no casos dos veterinários, em algo mais benéfico para os dois lados. Pensando um pouco na questão comportamental e do veterinário, existe a técnica “Fear Free”, como o próprio nome nos diz, trata-se de no momento da consulta deixar o animal livre do medo, principal fator que interfere negativamente o resultado. Vamos comentar um pouco sobre algumas técnicas e métodos de enriquecimento ambiental mais utilizados em cães.

Brinquedos

São os mais utilizados para o enriquecimento ambiental, podendo ser ossos naturais, cordas, brinquedos adequados. Esses brinquedos, além de favorecerem o crescimento da arcada dentaria de animais jovens e de ajudarem na eliminação dos “tártaros”, são uma ótima forma de mantê-los ocupados.

Brinquedos utilizando alimentação

Também é muito usado no enriquecimento ambiental, pois existem brinquedos que possuem furos, onde é possível inserir a ração ou petiscos dentro e conforme o animal brinca cai as “guloseimas”. Outro método muito utilizado é a “Caça ao tesouro” aonde consiste em esconder petiscos, que sejam de agrado de cada animal, nos locais aonde ele costuma ficar, estimulando assim o extinto caçador do animal e o entretendo por algum tempo, além de alimentar seu cão.

Outros ambientes

Da mesma forma que os petiscos estimulam os novos cheiros, passear
com eles também é uma ótima alternativa para estimular. No momento em
que se realiza o passeio ou quando se encontram em novos lugares eles
sentem a necessidade de reconhecer o ambiente, sabendo quem passou por
ali apenas pelo olfato.

http://tudosobrecachorros.com.br/enriquecimento-ambiental-para-caes/

https://canaldopet.ig.com.br/adestramento/2016-12-08/enriquecimento-ambiental-cachorro.html

http://guiapetecia.com.br/noticia_2382-dog_solution_e_a_pioneira_em_trabalhos_com_enriquecimento_ambiental_para_caes.htm

CARNEY, H. C. et al. AAFP and ISFM Feline-Friendly Nursing Care Guidelines. Journal of Feline Medicine and Surgery, v. 14, p. 337-349, 2012.

Fear Free e Feline Friendly Handling

Você já se perguntou por que tem animais, principalmente os gatos, que ficam extremamente irritados quando vão ao veterinário? Ou com medo e fogem até mesmo do proprietário?

Transportar animais para uma visita no veterinário pode ser muito estressante e irritante para o animal, afetando os parâmetros fisiológicos e dificultando anamnese do veterinário. Pensando nisso e em outros aspectos que vamos citar mais adiante, foram criadas as técnicas “Fear Free” e “Feline Friendly Handling” com o intuito de evitar esse medo e estresse. Essas técnicas não são aplicadas apenas no consultório, mas também na residência desses animais, instruído os proprietários. Certamente que para se ter sucesso é importante conhecer o comportamento do animal, para saber o porquê ele teve essa reação.

A espécie animal que será mais beneficiada por essas técnicas, e a que vamos abordar, é a felina, pois é a espécie que mais demonstra agressivamente ou que altera seus parâmetros normais quando ameaçados ou “encurralados”. Gatos foram sempre predadores e algumas atitudes são desencadeadas por conta desse papel que vem de seus ancestrais. Abaixo nós temos uma imagem que demonstra as principais alterações comportamentais encontradas nos felinos com relação a Aggression (agressividade) e Fear (medo).

Fear Free

Traduzindo ao pé da letra significa “livre de medo”, e é exatamente isso que essa técnica nos traz. As duas técnicas são utilizadas simultâneas, pois uma complementa a outra, mais adiante comentaremos a utilização das duas técnicas. O medo é o principal causador da agressividade nos gatos, em segundo lugar temo a dor, então o objetivo desta técnica é realizar um manejo de uma forma que o animal não se sinta ameaçado evitando o medo ao máximo, como o próprio nome nos diz.

Para se evitar que o animal, por exemplo o gato, esteja “livre do medo” é importante sabermos os motivos que causam esse medo neles. Os principais fatores relacionados com essa emoção são movimentos bruscos e rápidos, se você está estressado com certeza vai passar isso para o animal, barulhos muito altos ou contínuos, cheiros que estão associados negativamente, espaços novos com muita informação nova. Outro fator são as memorias negativas que tiveram em outras visitas e que retornam no momento que ocorre o “estimulo”, podendo ser o jaleco branco, um cheiro característico, um objeto, qualquer coisa que faça o animal relembrar daquele estimulo negativo que teve no passado tornando-o agressivo agora.

Esses estímulos e causas de medo e agressividade não são específicos para gatos, podendo ser utilizado em outros animais, mudando apenas algumas características relacionada com o comportamento de cada animal. A técnica a seguir já mais específica.

Feline Friendly Handling

Como citamos anteriormente, as duas técnicas “Fear Free” e “Feline Friendly Handling” são aplicadas simultâneas, tendo uma eficácia maior. Utilizando os mesmos conceitos a respeito do medo, vistos anteriormente, a técnica “Feline Friendly Handling” está mais intimamente relacionado com os felinos, utilizando as características comportamentais especificas deles, e sua tradução significa “manipulação amigável felina”, o exemplo mais comum da utilização dessa técnica é no transporte do animal para o consultório do veterinário e da maneira como o veterinário irá receber e iniciar a manipulação deste animal. Essa técnica se inicia na residência do proprietário, antes de levar ao veterinário, pois é um conjunto de fatores que iram evitar que o animal fique com medo, estressado, levando a agressividade e consequentemente tornando difícil a anamnese.

O importante então é demonstrar no momento da anamnese que o gato está no comando, deixando-o se sentir o mais confortável possível, sem “forçar” ele a ficar em certar posições e sim fazer ele querer ficar naquela posição. No momento em que entrar no consultório é importante abrir a caixa de transporte e deixar o animal explorar o local, com todas as possibilidades de fugas fechadas. Se mesmo abrindo e esse gato não sair para explorar não é necessário obrigar, pode-se retirar a tampa de cima da caixa e realizar o exame físico dentro da mesma.

Referências

RODAN, Ilona. Understanding Feline Behavior and Application for Appropriate Handling and Management. Cat Care Clinic & Behavior Consultations for Cats, v. 25, n. 4, p. 178-188, nov. 2010.

AAFP Position Statement. Respectful handling of cats to prevent fear and pain. Journal of Feline Medicine and Surgery, p. 569-573, mai. 2012. Disponível em: <https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

AAFP Position Statement. Transport of cats. Journal of Feline Medicine and Surgery, p. 886-887, mai. 2012. Disponível em: <https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

AAFP Position Statement. AAFP and ISFM Feline-Friendly Nursing Care Guidelines. Journal of Feline Medicine and Surgery, n. 14, p. 337-349, mai. 2012. Disponível em: <https://journals.sagepub.com/home/jfm>. Acesso em: 07 nov. 2018.

Felinos, uma nova realidade no Brasil

Dentre tantos animais, por que escolher justo o “gato” como companheiro de moradia?

Um ser que nos primórdios da nossa existência, no Egito, foi visto e venerado como um Deus chamado de Bastet, que ironicamente significa gato em grego!!!

Então podemos dizer que nós agora somos os “súditos” deles, certo?

“Para os gatos com certeza somos súditos”

Figura 1: (Tomás Arthuzzi/Superinteressante)

Depende do ponto de vista, os gatos hoje estão em menor número quando comparados com os cães, mas a 20 anos atrás o atendimento era de 5 a 7% agora ultrapassa os 30%!!! Isso é aqui no Brasil, quando olhamos para fora vemos que nos Estados Unidos, França e Alemanha a população de gatos supera a de cachorro. Sem dúvida vamos chegar em um ponto em que se terá um gato por cada cão… Agora você deve estar se perguntando “Isso tudo por eles terem sido considerados deuses no passado?” Não, isso tudo por eles serem mais “independentes” do que os cães e as pessoas não terem tempo de ficar em casa cuidado de seu cão “60%” do seu dia, segundo LETÍCIA DE CARVALHO, 2014 ” Neste contexto, os gatos ganham espaço por serem mais independentes, silenciosos, se higienizarem sozinhos e não necessitarem de passeios como os cães”. É claro que também não é só largar o gato dentro da sua casa/apartamento e tudo bem… Da mesma forma que cães necessitam dos “humanos” gatos também tem essa necessidade mais um pouco menos, ou seja, GATOS NÃO SÃO CACHORROS PEQUENOS!!

Para se ter uma noção, existe empresas especializadas em gatos, pois a demanda para esse novo “nicho” de mercado está grande, assim as empresas vêm a oportunidade e vão atrás, nos mostrando que só tende a crescer a quantidade de gatos e de atendimento a gatos. Podemos observar também um crescimento não só na área do comercio, mas também na parte de eventos, como congresso, cursos e palestras focadas na área de felinos e até dentro das universidades que possuem o curso de veterinária, se é observado que estão ofertando cada vez mais matérias destinadas aos nossos amigos bigodudos e “Deuses Egípcios”.

Figura 2: Lucas Hertel

Bom, depois de falar tudo isso é claro que agora já podemos dizer que veterinários e estudantes de veterinária necessitam conhecer mais sobre os gatos, pois este mercado só tende a crescer…

Para finalizar….

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou que a população de gatos em domicílios brasileiros foi estimada em 22,1 milhões, o que representa aproximadamente 1,9 gato por domicílio.